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	<title>Loucos por Coleções &#187; frascos</title>
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		<title>Uma colecionadora de vazios</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Aug 2009 19:28:11 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Perfil da colecionadora: Céres Regina Perondi, 44 anos, mora em Treze Tílias, Santa Catarina, segundo ela, “uma pequena e linda cidade, colonizada por austríacos”. Casada, mãe de dois filhos e formada em Administração e Psicologia, Céres revela, abaixo, como começou sua inusitada coleção de frascos de perfume&#8230; vazios!
“Sabe aquela sensação que a gente tem quando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!--[if !mso]&gt;--><em><strong>Perfil da colecionadora:</strong> Céres Regina Perondi, 44 anos, mora em <a href="http://www.trezetilias.com.br">Treze Tílias</a>, Santa Catarina, segundo ela, “uma pequena e linda cidade, colonizada por austríacos”. Casada, mãe de dois filhos e formada em Administração e Psicologia, Céres revela, abaixo, como começou sua inusitada coleção de frascos de perfume&#8230; vazios!</em></p>
<div id="attachment_124" class="wp-caption alignleft" style="width: 235px"><img class="size-medium wp-image-124" src="http://pre-prod.wpmuabrilcolecoes.abril.com.br/files/2009/08/frascos-21-225x300.jpg" alt="Céres e seus muitos frascos" width="225" height="300" /><p class="wp-caption-text">Céres e seus muitos frascos</p></div>
<p>“Sabe aquela sensação que a gente tem quando termina um frasco de perfume? Para mim, é similar àquela que tenho quando termino um livro: um vazio, uma tristeza, uma saudade. É a ausência de algo que até então me satisfazia e, por isso, tenho que dirigir meu olhar a outra coisa que me satisfaça. E a busca recomeça antes mesmo de seu fim, afinal, tenho que suprir a carência inerente ao humano, nesse caso, representada pela iminência da falta.</p>
<p>Foi então que percebi ser interessante ter uma coleção de vazios, representada por frascos de perfume que não precisariam necessariamente ser lindos ou caros, mas que tivessem sido caros no sentido de queridos. O armário do meu banheiro está cada dia mais cheio, enfeitado e recheado! Parece incrível a contradição, mas guardo um recheio de vazios.</p>
<p>Primeiro foi um frasco meu, aí comecei a pedir para todo mundo: mãe, irmãs, amigos e pessoas que conheço. Existe ainda uma particularidade: tenho que conhecer ou me relacionar de alguma forma com o “doador”. Jamais colocaria em minha coleção um frasco que achei no meio da rua, pois não teria significado.</p>
<p>Considero ter um grande poder de persuasão. A maioria dos “convidados a me dar um frasco” faz de tudo para acabar logo com a coisa, ou seja, eu fazendo pressão. Porém, existem alguns que não são tão desapegados e têm dificuldade em doar algo até então sem valor. Poucos perguntam sobre o porquê da coleção e, dentre eles, um número menor ainda entende.</p>
<p>Fico imaginando, daqui a 20 anos, minha sobrinha olhando para o frasco do perfume infantil que ela prontamente me trouxe, assinado. Ou meu filho mais velho se deparando com o frasco do caríssimo perfume que todo-adolescente-tem-que-ter. Ou ainda meu filho, hoje pequeno, vendo o frasco do seu primeiro “pixume”! Bom, de qualquer forma, meu epitáfio já está escolhido: “Aqui jaz uma colecionadora de vazios”.</p>
<p><em><strong>Você costuma colecionar alguma coisa? Conte para nós a sua história. Envie para colecionadores@abril.com.br ! Você pode ganhar um kit da <a href="http://www.abrilcolecoes.com.br/" target="_blank">Abril Coleções</a></strong></em> .</p>
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