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	<title>Loucos por Coleções &#187; coleção</title>
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	<description>Loucos por Coleções</description>
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		<title>Paixão antiga que entrega o jogo</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Jul 2011 19:07:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Michelle Navarro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colecionador do Mês]]></category>
		<category><![CDATA[antiguidade]]></category>
		<category><![CDATA[Antonio Borba]]></category>
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		<description><![CDATA[Trinta anos se passaram desde que Antonio Borba jogou videogame pela primeira vez. A paixão foi tamanha que, hoje, esse empresário paranaense, especialista em tecnologia, é considerado o maior colecionador de Atari no Brasil. O título, reconhecido pelo RankBrasil, em 2006, não é para menos – são incríveis 1.700 cartuchos, 50 consoles, mais de 100 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_2861" class="wp-caption alignright" style="width: 306px"><a href="http://www.loucosporcolecoes.com.br/wp-content/uploads/2011/07/ATARI11.jpg"><img class="size-medium wp-image-2861" title="ATARI1" src="http://www.loucosporcolecoes.com.br/wp-content/uploads/2011/07/ATARI11-300x198.jpg" alt="Antonio mantém seu tesouro organizado em sala climatizada e com desumidificador de ar (Foto: Arquivo pessoal)" width="296" height="169" /></a><p class="wp-caption-text">Antonio mantém seu tesouro organizado em sala climatizada e com desumidificador de ar (Foto: Arquivo pessoal)</p></div>
<p>Trinta anos se passaram desde que <strong>Antonio Borba</strong> jogou videogame pela primeira vez. A paixão foi tamanha que, hoje, esse empresário paranaense, especialista em tecnologia, é considerado o maior colecionador de Atari no Brasil. O título, reconhecido pelo <a href="http://www.rankbrasil.com.br/Recordes/Materias/0LJ9/Maior_Colecao_De_Atari" target="_blank">RankBrasil</a>, em 2006, não é para menos – são incríveis 1.700 cartuchos, 50 consoles, mais de 100 controles e quatro máquinas de fliperama, entre outros itens.</p>
<p>Num joguinho rápido, Antonio Borba deu a seguinte entrevista ao<em> Loucos</em>:</p>
<p><strong>Como foi a experiência com o seu primeiro Atari? A paixão foi instantânea?<br />
</strong>Eu tinha entre 7 e 8 anos quando ganhei o primeiro Atari do meu pai. Eu já tinha o Telejogo II, da Philco/Ford<em> [lançado em 1978],</em> e era viciado em fliperamas. O Atari foi uma paixão absoluta, sonho de criança mesmo.</p>
<p><strong>Como começou a colecionar?<br />
</strong>Aos 31 anos, descobri, em sites de leilão, que havia um vasto mercado de videogames antigos. Comprei o primeiro Atari, o segundo, cartuchos e controles e foi aí que a compulsão tomou conta. Não parei mais, porque junto com a diversão, resgatei toda a história do console, seu valor histórico, além de conhecer pessoas e colecionadores no mundo todo. Hoje tenho amizade com os maiores colecionadores do Brasil e do mundo.</p>
<p><strong>Você ainda abastece a coleção? Como faz para conseguir itens novos?<br />
</strong>Ela está praticamente parada pela minha falta de tempo. Eventualmente, adquiro um ou outro item raro, mas minha atividade profissional acaba por restringir minha dedicação ao hobby. Além dos sites de leilão, recorro a fóruns e contatos diretos com outros colecionadores para conseguir novos itens.</p>
<div id="attachment_2941" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.loucosporcolecoes.com.br/wp-content/uploads/2011/07/ATARI21.jpg"><img class="size-medium wp-image-2941" title="ATARI2" src="http://www.loucosporcolecoes.com.br/wp-content/uploads/2011/07/ATARI21-300x175.jpg" alt="Console de Atari 2600 chamado de “Darth Vader” com joysticks (Foto: Arquivo pessoal)" width="300" height="175" /></a><p class="wp-caption-text">Console de Atari 2600 chamado de “Darth Vader” com joysticks (Foto: Arquivo pessoal)</p></div>
<p><strong>Para jogar, você prefere o Atari ou um videogame mais moderno?<br />
</strong>Moderno. É mais desafiador, os recordes ficam registrados online, interajo mais com amigos. O Atari é uma experiência retrô, de se isolar numa sala, curtir, mas ao desligá-lo, tudo se acaba. Não há memória, savegame ou registro. Então, o Atari é nostalgia, mas não é meu videogame preferido para jogar.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Qual é o item mais valioso, raro ou que deu um supertrabalho para adquirir?<br />
</strong>Há vários, mas tem um <a href="http://www.magicwebdesign.com.br/auctions/produto.php?63484a765a485630627a30784d6a4133" target="_blank">“set” de cartuchos</a> em particular foi muito difícil. Levei três anos para completá-lo, tive que comprar um cartucho da Inglaterra e, para adquirir o mais raro, investi muito dinheiro e uma grande “manobra” para convencer as pessoas certas. Neste ramo, não basta ter dinheiro e querer comprar. A pessoa precisa querer vender para você.</p>
<p><strong>Qual a parte boa e a ruim (se houver) de ter uma coleção tão grande?<br />
</strong>A boa não preciso nem falar: o orgulho de tudo que conquistei, a satisfação, poder jogar, receber amigos&#8230; Mas, sobretudo, o conhecimento que adquiri no processo de completar a coleção. O lado ruim é que o esforço para mantê-la é grande&#8230; São muitos cuidados e preciso ter um espaço adequado para acomodá-la.</p>
<p><strong>Como você faz para armazenar e conservar os consoles e os cartuchos?<br />
</strong>Tenho duas salas especialmente para isso, com ar condicionado e desumidificador. A limpeza regular também é importante. </p>
<div id="attachment_3071" class="wp-caption alignright" style="width: 160px"><a href="http://www.loucosporcolecoes.com.br/wp-content/uploads/2011/07/ATARI32.jpg"><strong><img class="size-thumbnail wp-image-3071" title="ATARI3" src="http://www.loucosporcolecoes.com.br/wp-content/uploads/2011/07/ATARI32-150x150.jpg" alt="Coleção completa de jogos do Atari 7800, incluindo os raros Tank Command e Water Ski (Foto: Arquivo pessoal)" width="150" height="150" /></strong></a><p class="wp-caption-text">Coleção completa de jogos do Atari 7800, incluindo os raros Tank Command e Water Ski (Foto: Arquivo pessoal)</p></div>
<p><strong>Quando dá aquela saudade, você joga com os Ataris ou tem aquele ciúme de colecionador e prefere não mexer no tesouro?<br />
</strong>Eu não me importo nem um pouco de mexer e acho mesmo que eles foram feitos para jogar. Até por que, se os equipamentos ficarem desligados por muito tempo, corro o risco de pifarem de vez. Só não jogo mais por pura falta de tempo e também porque adoro jogar os videogames atuais.</p>
<p><strong>Qual é o seu jogo preferido – quando criança e hoje?<br />
</strong>Há vários que me marcaram por diferentes motivos. O mais curioso é que hoje alguns deles são bastante simplórios. Na época em que foram lançados, um mundo de fantasia era expresso nas embalagens e rótulos dos cartuchos, com ilustrações muito ricas, que trabalhavam a mente das crianças. Jogávamos neste mundo de fantasia, já que os recursos gráficos dos jogos eram bem modestos. Independente disso, um dos meus jogos preferidos é Kaboom! – também gosto muito do Pressure Cooker. Se você perguntar isso para a maioria dos fãs de Atari, obterá respostas mais comuns, como River Raid, Frostbite ou HERO.</p>
<p><strong>Com a diversidade de consoles, mídias, tipos de jogos que existe hoje, acha que é mais difícil para uma criança se apaixonar por um em especial, como ocorreu com você?<br />
</strong>Na verdade só existem três videogames “de verdade”: Wii, X-Box e Playstation 3. Porém os jogos são tão variados que a plataforma (console de videogame) não importa tanto. Um jogo moderno para X-Box ou PS3 é o mesmo, sem mudanças. Isso não acontecia no passado, os videogames possuíam identidade, recursos específicos e os jogos tinham “a cara” do videogame. Sei reconhecer um jogo de Atari ou Odyssey, sei dizer a diferença na hora, não importa qual seja o jogo. Hoje em dia, a tela de jogo não identifica para qual videogame foi feito. Portanto, é difícil. A criança pode se apaixonar por um certo jogo, mas não vai se apegar ao videogame, como acontecia no passado.</p>
<p><strong>Tem alguma dica para colecionadores que estão começando agora?<br />
</strong>Tenha foco e se concentre no que gostaria de colecionar. Além de exigir dedicação,  o mundo do colecionismo é muito amplo e caro, por isso é legal manter o foco e evitar comprar de tudo. Por exemplo, você pode colecionar cartuchos de Atari importados ou, se for colecionar nacionais, escolher apenas algumas marcas. Se você quer ter vários videogames antigos, talvez seja melhor ter apenas um console de cada com os jogos mais famosos de cada marca, para evitar expandir muito o leque, e assim vai. Eu tenho outros videogames, mas meu foco sempre foi o Atari. Optei por ter nacionais e importados, e confesso que foi um pouco de exagero pois investi muito para chegar onde estou.</p>
<p>Conheça o <a href="http://tombrazil.magicwebdesign.com.br/" target="_blank">site</a> da coleção de Antonio.</p>
<p><em>Michelle Navarro</em></p>
<p style="text-align: center;">*        *         *         *        *</p>
<p><strong>Você costuma colecionar alguma coisa? Conte para nós a sua história! Envie para </strong><a href="mailto:colecionadores@abril.com.br"><strong>colecionadores@abril.com.br</strong></a><strong>. Você pode ganhar um kit da Abril Coleções!</strong></p>
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		<title>O que é que esse paulista tem?</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Jun 2011 18:42:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Michelle Navarro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colecionador do Mês]]></category>
		<category><![CDATA[Carmen Miranda]]></category>
		<category><![CDATA[coleção]]></category>
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		<category><![CDATA[Museu]]></category>
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		<description><![CDATA[Na casa onde mora, no Tatuapé, bairro da Zona Leste, em São Paulo, Ricardo Kondrat guarda cerca de 2.500 itens referentes à pequena notável Carmem Miranda.
A primeira vez que a viu, tinha 15 anos. Foi à tarde, na TV. Ela cantava Enchiladas como se fosse mexicana, no filme “Morrendo de Medo”  (Scared Stiff, Paramount, 1953), [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Na casa onde mora, no Tatuapé, bairro da Zona Leste, em São Paulo, Ricardo Kondrat guarda cerca de 2.500 itens referentes à pequena notável Carmem Miranda.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">A primeira vez que a viu, tinha 15 anos. Foi à tarde, na TV. Ela cantava Enchiladas como se fosse mexicana, no filme “Morrendo de Medo”  (Scared Stiff, Paramount, 1953), estrelado por Dean Martin e Jerry Lewis. Ricardo ficou encantado por aquela versão americanizada, bem diferente da cantora cheia dos balangandãs de O que é que a baiana tem? (música de Dorival Caymmi, gravada em 1938, no filme brasileiro A Banana da terra, Sonofilms).</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Quando essa sua paixão começou, em 1980, poucos garotos saberiam dizer quem era aquela baixinha que cantava em inglês, dançando sobre plataformas, equilibrando um turbante repleto de alegorias.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">“Também, pudera! Carmen Miranda havia morrido 25 anos antes, era sucesso no tempo da minha mãe.”</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">O LP 20 Anos de Saudade – A pequena notável, de 1975, primeiro item da coleção, Ricardo garimpou na Praça da Sé seguindo a dica da mãe. Daí em diante seu acervo não parou de crescer – discos originais dos anos 30 e 40 (todos singles, com uma música de um lado e outra do outro lado do disco), revistas da época, cópias de certidões de nascimento e óbito, quadros, esculturas, camisetas, uma toalha, e até fotos dele com Aurora Miranda, irmã de Carmen,  e cantora de muito sucesso no rádio.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">“Eu deixei de fazer e comprar muitas coisas para investir dinheiro nesta coleção, mas é muito prazeroso. Tenho saúde, paz, tranquilidade e a Carmen no meu coração.”</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Como todo colecionador que se preze, Ricardo também possui itens que não troca e não ou vende por dinheiro algum: uma bolsa e dois tamancos usados por Carmen, além de uma foto autografada, tudo com certidões que comprovam a autenticidade das peças, devidamente registradas em cartório, emitidas pela família da cantora.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">“Um dos maiores tesouros da minha vida de colecionador foi justamente poder conhecer a família de Carmen. Poucos tiveram esse privilégio”, conta Ricardo, que diz ter sido muito próximo dos irmãos da artista.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Tamanha admiração não é à toa: a portuguesa Maria do Carmo Miranda da Cunha, que o mundo conheceu como a “brasileira” Carmen Miranda, foi uma mulher à frente de seu tempo, uma artista completa. Tinha talento de sobra para cantar, dançar e atuar. Foi a primeira cantora de rádio a ter contrato assinado no Brasil, gravou 160 discos (quase 300 músicas), e em 1940 era a cantora mais bem paga dos Estados Unidos. Seu disco “Pra você gostar de mim (Taí)”, de 1938, vendeu mais de 35 mil cópias. Além disso, participou de 20 filmes e tem registradas as mãos e as solas das plataformas na Calçada da Fama, em Los Angeles.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">“Por tudo o que ela fez, o recado que eu gostaria de deixar para outros fãs da Carmen é que mantenham a imagem dela viva.”</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Para saber mais:</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Museu Carmen Miranda</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Av. Rui Barbosa, em frente ao nº 560</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Parque do Flamento – Rio de Janeiro / RJ</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">De terça a sexta, das 10h às 17h</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Sábado e Domingo, das 12h às 17h</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Tel: (21) 2299-5586</div>
<p>Na casa onde mora, no Tatuapé, bairro da Zona Leste, em São Paulo, <strong>Ricardo Kondrat</strong> guarda cerca de 2.500 itens referentes à pequena notável Carmen Miranda.</p>
<div id="attachment_2571" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://www.loucosporcolecoes.com.br/wp-content/uploads/2011/06/Ricardo1.jpg"><img class="size-medium wp-image-2571" title="Ricardo" src="http://www.loucosporcolecoes.com.br/wp-content/uploads/2011/06/Ricardo1-300x225.jpg" alt="Carmen Miranda na TV, na toalha, na camiseta... Em todos os lugares! (Foto: Michelle Navarro)" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Carmen Miranda na TV, na toalha, na camiseta... Em todos os lugares! (Foto: Michelle Navarro)</p></div>
<p>A primeira vez que a viu, tinha 15 anos. Foi à tarde, na TV. Ela cantava <em>Enchiladas</em> como se fosse mexicana, no filme “Morrendo de Medo”  (<em><a href="http://www.youtube.com/watch?v=AFzaNDL7NEA&amp;feature=related" target="_blank">Scared Stiff</a>,</em> Paramount, 1953), estrelado por <a href="http://www.deanmartin.com/" target="_blank">Dean Martin</a> e <a href="http://www.jerrylewiscomedy.com/" target="_blank">Jerry Lewis</a>. Ricardo ficou encantado por aquela versão americanizada, bem diferente da cantora cheia dos balangandãs de <em><a href="http://www.youtube.com/watch?v=ojo3I59Gn6c" target="_blank">O que é que a baiana tem?</a></em> (música de Dorival Caymmi, gravada em 1938, no filme brasileiro <em>A Banana da terra</em>, Sonofilms).</p>
<p>Quando essa sua paixão começou, em 1980, poucos garotos saberiam dizer quem era aquela baixinha que cantava em inglês, dançando sobre plataformas, equilibrando um turbante repleto de alegorias.  “Também, pudera! Carmen Miranda havia morrido 25 anos antes, era sucesso no tempo da minha mãe”, lembra Ricardo.</p>
<p>O LP <em>20 Anos de Saudade – A pequena notável</em>, de 1975, primeiro item da coleção, Ricardo garimpou na Praça da Sé seguindo a dica da mãe. Daí em diante seu acervo não parou de crescer – discos originais dos anos 30 e 40 (todos <em>singles</em>, com uma música de um lado e outra do outro lado do disco), revistas da época, cópias de certidões de nascimento e óbito, quadros, esculturas, camisetas, uma toalha, e até fotos dele com Aurora Miranda, irmã de Carmen,  e cantora de muito sucesso no rádio.</p>
<p>“Eu deixei de fazer e comprar muitas coisas para investir nesta coleção, mas é muito prazeroso. Tenho saúde, paz, tranquilidade e a Carmen no meu coração”, afirma.</p>
<div id="attachment_2511" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.loucosporcolecoes.com.br/wp-content/uploads/2011/06/Tamanco.jpg"><img class="size-medium wp-image-2511" title="Tamanco" src="http://www.loucosporcolecoes.com.br/wp-content/uploads/2011/06/Tamanco-300x212.jpg" alt="Ricardo exibe plataforma que pertenceu a Carmen Miranda, doada pela família ao colecionador (Foto: Michelle Navarro)" width="300" height="212" /></a><p class="wp-caption-text">Ricardo exibe plataforma que pertenceu a Carmen Miranda, doada pela família ao colecionador (Foto: Michelle Navarro)</p></div>
<p>Como todo colecionador que se preze, Ricardo também possui itens que não troca ou vende por dinheiro algum: uma bolsa e dois tamancos usados por Carmen, além de uma foto autografada, tudo com certidões que comprovam a autenticidade das peças, devidamente registradas em cartório, emitidas pela família da cantora.</p>
<p>“Um dos maiores tesouros da minha vida de colecionador foi justamente poder conhecer a família de Carmen. Poucos tiveram esse privilégio”, conta Ricardo, que diz ter sido muito próximo dos irmãos da artista.</p>
<div id="attachment_2651" class="wp-caption alignright" style="width: 160px"><a href="http://www.loucosporcolecoes.com.br/wp-content/uploads/2011/06/Placa13.JPG"><img class="size-thumbnail wp-image-2651" title="Placa1" src="http://www.loucosporcolecoes.com.br/wp-content/uploads/2011/06/Placa13-150x150.jpg" alt="As homenagens começam já do lado de fora do museu particular de Ricardo (Foto: Michelle Navarro)" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">As homenagens começam já do lado de fora do museu particular de Ricardo (Foto: Michelle Navarro)</p></div>
<p>Tamanha admiração não é à toa: a portuguesa Maria do Carmo Miranda da Cunha, que o mundo conheceu como a “brasileira” <a href="http://www.carmenmiranda.com.br/" target="_blank">Carmen Miranda</a>, foi uma mulher à frente de seu tempo, uma artista completa. Tinha talento de sobra para cantar, dançar e atuar. Foi a primeira cantora de rádio a ter contrato assinado no Brasil, gravou 160 discos (quase 300 músicas), e em 1940 era a cantora mais bem paga dos Estados Unidos. Seu disco “<a href="http://www.youtube.com/watch?v=V6v7HFVjObk" target="_blank">Pra você gostar de mim (Taí)</a>”, de 1938, vendeu mais de 35 mil cópias. Além disso, participou de 20 filmes e tem registradas as mãos e as solas das plataformas na Calçada da Fama, em Los Angeles.</p>
<blockquote><p>“Por tudo o que ela fez, o recado que eu gostaria de deixar para outros fãs da Carmen é que mantenham a imagem dela viva”, disse o colecionador.</p></blockquote>
<p><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p><em>Michelle Navarro</em></p>
<p><em><span style="color: #ffffff;">.</span></em></p>
<p><strong>Para saber mais</strong>:</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Museu Carmen Miranda </span></p>
<p>Av. Rui Barbosa, em frente ao nº 560</p>
<p>Parque do Flamento – Rio de Janeiro / RJ</p>
<p>De terça a sexta, das 10h às 17h</p>
<p>Sábado e domingo, das 12h às 17h</p>
<p>Tel: (21) 2299-5586</p>
<div><span style="font-family: 'Trebuchet MS'; line-height: normal; "></p>
<p style="margin-top: 15px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; text-align: center; padding: 0px; border: 0px initial initial;">*      *      *      *     *</p>
<p style="margin-top: 15px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; text-align: left; padding: 0px;"><strong><em>Você costuma colecionar alguma coisa? Conte para nós a sua história! Envie para </em><span style="font-weight: normal;"><a style="font-weight: bold; color: #cd5724; text-decoration: none; padding: 0px; margin: 0px; border: 0px initial initial;" href="mailto:colecionadores@abril.com.br"><strong><em>colecionadores@abril.com.br</em></strong></a></span>. <em>Você pode ganhar um kit da <a style="text-decoration: underline;" href="http://www.abrilcolecoes.com.br" target="_blank">Abril Coleções</a>!</em></strong></p>
<p></span></div>
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		</item>
		<item>
		<title>Santo André tem ponto de encontro mensal para amantes do vinil</title>
		<link>http://www.loucosporcolecoes.com.br/index.php/santo-andre-tem-ponto-de-encontro-mensal-para-amantes-do-vinil.php</link>
		<comments>http://www.loucosporcolecoes.com.br/index.php/santo-andre-tem-ponto-de-encontro-mensal-para-amantes-do-vinil.php#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 16 May 2011 18:33:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Michelle Navarro</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Vinil]]></category>

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		<description><![CDATA[No dia 21 de maio, a cidade de Santo André, no ABC Paulista, recebe a 65ª edição da Feira Livre do Vinil.  No evento, que acontece todo mês na Galeria Studio Center, colecionadores podem expor, vender e comprar vinis, além de trocar figurinhas sobre o assunto. Na última edição, a feira recebeu mil visitantes que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_2101" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://www.loucosporcolecoes.com.br/wp-content/uploads/2011/05/FLV3.jpg"><img class="size-medium wp-image-2101" title="FLV" src="http://www.loucosporcolecoes.com.br/wp-content/uploads/2011/05/FLV3-300x209.jpg" alt="FLV" width="300" height="209" /></a><p class="wp-caption-text">Santo André tem espaço reservado todo mês para amantes de vinil. Foto: Divulgação</p></div>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">No dia 21 de maio, a cidade de Santo André, no ABC Paulista, recebe a 65ª edição da Feira Livre do Vinil.<a href="http://www.loucosporcolecoes.com.br/wp-content/uploads/2011/05/FLV2.jpg"></a>  No evento, que acontece todo mês na <a href="http://www.loucosporcolecoes.com.br/wp-content/uploads/2011/05/FLV.jpg"></a>Galeria Studio Center, colecionadores podem expor, vender e comprar vinis, além de trocar figurinhas sobre o assunto. Na última edição, a feira recebeu mil visitantes que puderam fuçar mais de 10 mil discos em exposição.</p>
<p> <br />
Responsável pela organização, o colecionador e pesquisador musical César Guisser diz que tudo começou devido à dificuldade em encontrar LPs à venda no ABC Paulista. “Assim os colecionadores da região não precisam ir até o centro de São Paulo para comprar bons discos”, garante ele, que tem uma coleção de quase 4 mil discos, em que sobrassem os de hard rock.</p>
<p> <br />
Se você se interessou em expor na feira as suas relíquias, basta entrar em contato com a organização do evento pelos e-mails <a href="mailto:feiralivredovinil@yahoo.com.br">feiralivredovinil@yahoo.com.br</a> ou <a href="mailto:cesarguisser@ig.com.br">cesarguisser@ig.com.br</a> ou pelos tels. (11) 4994-2929 e (11) 9183-7575.</p>
<div id="attachment_2131" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><a href="http://www.loucosporcolecoes.com.br/wp-content/uploads/2011/05/AA.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-2131" title="AA" src="http://www.loucosporcolecoes.com.br/wp-content/uploads/2011/05/AA-150x149.jpg" alt="AA" width="150" height="149" /></a><p class="wp-caption-text">Admiradores trocam discos e histórias. Foto: Divulgação</p></div>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;"><br />
</span>Onde?</strong> Galeria Studio Center – Rua Campos Sales, 58/64 Centro – Santo André – SP (a 500 m do Terminal Metropolitano Santo André Oeste)<br />
<strong>Quando?</strong> Dia 21/5. Próximas edições: 18/6, 16/7, 20/8, 17/09, 15/10, 19/11 e 17/12<br />
<strong>Quanto?</strong> Grátis</p>
<p><a href="http://www.feiralivredovinildesandre.hpg.com.br">http://www.feiralivredovinildesandre.hpg.com.br</a> / <a href="http://feiralivredovinil.blogspot.com/">http://feiralivredovinil.blogspot.com/</a></p>
<p> </p>
<p>*      *      *      *     *</p>
<p><em>Michelle Navarro</em></p>
<p><strong><em>Você costuma colecionar alguma coisa? Conte para nós a sua história! Envie para </em></strong><a href="mailto:colecionadores@abril.com.br"><strong><em>colecionadores@abril.com.br</em></strong></a><strong><em>. Você pode ganhar um kit da </em></strong><a href="http://www.abrilcolecoes.com.br/" target="_blank"><strong><em>Abril Coleções</em></strong></a><strong><em>!</em></strong></p>
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		<item>
		<title>A incrível colecionadora de suvenires da família real britânica</title>
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		<pubDate>Mon, 02 May 2011 23:33:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Michelle Navarro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colecionador do Mês]]></category>
		<category><![CDATA[Casamento Real]]></category>
		<category><![CDATA[coleção]]></category>
		<category><![CDATA[colecionadora]]></category>
		<category><![CDATA[Família real]]></category>
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		<category><![CDATA[Margaret Tyler]]></category>
		<category><![CDATA[Realeza]]></category>
		<category><![CDATA[Realeza britânica]]></category>
		<category><![CDATA[Souvenires]]></category>

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Um casamento real costuma mexer com o imaginário de qualquer plebeu. Não foi diferente com o enlace entre o príncipe William, o segundo na linha de sucessão ao trono britânico, e Kate Middleton, que se casaram na sexta-feira, 29 de abril, em Londres, com toda a pompa e circunstância que a ocasião exigiu. A troca [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="mceTemp">
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<div class="mceTemp" style="text-align: left;"><a href="http://www.loucosporcolecoes.com.br/wp-content/uploads/2011/05/AP11042912364610.jpg"></a></p>
<div id="attachment_2461" class="wp-caption alignright" style="width: 289px"><a href="http://www.loucosporcolecoes.com.br/wp-content/uploads/2011/05/AP11042912364611.jpg"><img class="size-medium wp-image-2461" title="Britain Royal Wedding" src="http://www.loucosporcolecoes.com.br/wp-content/uploads/2011/05/AP11042912364611-300x220.jpg" alt="O beijo que selou o matrimônio do casal, agora duque e duquesa de Cambridge (Foto: Associated Press)" width="279" height="199" /></a><p class="wp-caption-text">O beijo que selou o matrimônio do casal, agora duque e duquesa de Cambridge (Foto: Associated Press)</p></div>
<p>Um casamento real costuma mexer com o imaginário de qualquer plebeu. Não foi diferente com o enlace entre o príncipe William, o segundo na linha de sucessão ao trono britânico, e Kate Middleton, que se casaram na sexta-feira, 29 de abril, em Londres, com toda a pompa e circunstância que a ocasião exigiu. A troca de alianças e o juramento de fidelidade foram acompanhados pela TV e pela internet por 2,4 bilhões de pessoas em todo o mundo. Só nas ruas da capital inglesa 1 milhão de súditos e turistas saudaram o mais novo casal real. Entre eles, a inglesa Margaret Tyler, de 67 anos, que possui uma invejável coleção de 10 mil suvenires da família real. </p></div>
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<div id="attachment_2471" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><a href="http://www.loucosporcolecoes.com.br/wp-content/uploads/2011/05/AP5306020625.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-2471" title="BRITAIN QUEEN" src="http://www.loucosporcolecoes.com.br/wp-content/uploads/2011/05/AP5306020625-150x150.jpg" alt="Elizabeth II sendo coroada rainha em 2 de junho de 1953 (Foto: Associated Press)" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Elizabeth II sendo coroada rainha em 2 de junho de 1953 (Foto: Associated Press)</p></div>
<p> Tudo começou aos 9 anos. Na época, a rainha Elizabeth II estava sendo coroada <em>[em 2 de junho de 1953, um ano e quatro meses após a morte de seu pai, o rei George VI]</em>, e Margaret comprou um prato de vidro comemorativo com o rosto de Elizabeth II estampado. O tempo passou, ela foi morar em Londres, se casou e teve quatro filhos.<a href="http://www.loucosporcolecoes.com.br/wp-content/uploads/2011/05/AP1104291236466.jpg"></a></div>
<div class="mceTemp"> Só quando eles cresceram é que Margaret voltou a ter tempo para cultivar a coleção. O casamento do príncipe Charles com Diana Spencer, a Lady Di, em 1981, foi o estopim para que Margaret se tornasse uma inveterada colecionadora de lembranças da família real britânica – de canecas e porcelanas, passando por jornais e fotos, até chegar a vitrais e à réplica de um trono. Hoje, a casa da aposentada parece um museu, cujo acervo foi avaliado por uma seguradora em 40 mil libras (110 mil reais).</div>
<p>Conheça um pouco mais sobre a história de Margaret, que concedeu ao <em>Loucos</em> a seguinte entrevista exclusiva:</p>
<p><strong> </strong><strong>Como a senhora começou a colecionar coisas da família real?<br />
</strong>Sempre me interessei pela família real, desde menina. Em 1953, quando eu tinha 9 anos, a rainha Elizabeth II foi coroada e comprei um prato com o rosto dela estampado. Aos 19 anos, vim morar em Londres, e aí você fica mais perto da família real e os vê com mais frequência. Aí me casei, tive 4 filhos e não tive muito tempo para colecionar. Só voltei a me dedicar à coleção um pouco antes de Charles e Diana ficarem noivos. Surgiram muitas coisas colecionáveis após o noivado deles, e mais ainda depois do casamento. Desde então nunca mais parei. E tanta coisa aconteceu nesse tempo! Os casamentos do príncipe Andrew <em>[segundo filho da rainha Elizabeth II]</em> e Sarah Ferguson, em 1986, e o de Edward <em>[filho caçula da monarca]</em> e Sophie; o incêndio no Castelo de Windsor; divórcios; escândalos.</p>
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<div id="attachment_2421" class="wp-caption aligncenter" style="width: 660px"><a href="http://www.loucosporcolecoes.com.br/wp-content/uploads/2011/05/AP110221131656.jpg"><img class="size-large wp-image-2421" title="220211MUC114" src="http://www.loucosporcolecoes.com.br/wp-content/uploads/2011/05/AP110221131656-1024x675.jpg" alt="Margaret Tyler exibe parte de seu tesouro real (Foto: Associated Press)" width="650" height="382" /></a><p class="wp-caption-text">  Margaret Tyler exibe parte de seu tesouro real (Foto: Associated Press)</p></div>
</div>
</div>
<p><strong>Qual é o objeto mais importante da coleção, aquele que a senhora não venderia por preço algum?<br />
</strong>Na verdade, não venderia nenhum deles, afinal sou uma colecionadora <em>(risos)</em>! Mas o meu item favorito é o óleo sobre tela de Diana com os dois filhos, quando eles ainda eram pequenos, no quarto dela. Foi o meu filho quem o comprou para mim. Eu o adoro porque mostra o amor de Diana pelos filhos e vice-versa.</p>
<p> <br />
<strong>E por que colecionar objetos da família real?<br />
</strong>Acho que eles são uma família maravilhosa. A Rainha Vitória teve 9 filhos. Então eles se casam, têm filhos, descendentes&#8230; Nesse sentido, é uma família muito grande! Comprei cerca de 1.500 livros sobre a família real e li todos eles. Acho tudo muito interessante. E hoje<em> [sexta, 29 de abril]</em> tivemos o casamento de William e Kate, eles estavam magníficos, não estavam? Tudo correu bem, a noiva estava linda, William também, o tempo estava bom, tudo foi perfeito.  <em>[<a href="http://www.loucosporcolecoes.com.br/wp-content/uploads/2011/05/Trecho13.wav">ouça este trecho!</a>]</em></p>
<p><em> </em><em> </em><br />
<strong>Qual casamento a emocionou mais, o de Charles e Diana ou o de William e Kate?<br />
</strong>Cada um foi lindo à sua maneira. Há 30 anos, as coisas eram bem diferentes. No casamento de William e Kate, adorei a abadia, as árvores. Foi uma ideia muito criativa. Embora houvesse tantas pessoas lá, parecia uma cerimônia particular.</p>
<p> <br />
<strong>A senhora foi ao casamento de William e Kate?<br />
</strong>Sim. Fiquei surpresa com os beijos dos noivos. O clima estava ótimo, com as pessoas andando pelas ruas e parques, conversando. Foi como se todos nós nos conhecêssemos, porque existe um motivo que nos liga, que é o amor pela família real.</p>
<p> <br />
<strong>O que a senhora desejaria aos noivos, se pudesse falar com eles pessoalmente?<br />
</strong>Diria simplesmente “sejam felizes”, sempre contem um com o outro. Mas, para ser sincera, acho que ninguém precisa dizer isso. Acredito que esse será um longo e duradouro casamento, e que eles estarão lá um para o outro.</p>
<p> </p>
<p><em>Michelle Navarro</em></p>
<p><strong><em>*      *       *       *      *</em></strong></p>
<p><strong><em>Você costuma colecionar alguma coisa? Conte para nós a sua história! Envie para </em></strong><a href="mailto:colecionadores@abril.com.br"><strong><em>colecionadores@abril.com.br</em></strong></a><strong><em>. Você pode ganhar um kit da </em></strong><a href="http://www.abrilcolecoes.com.br/" target="_blank"><strong><em>Abril Coleções</em></strong></a><strong><em>!</em></strong></p>
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		<title>Uma coleção de tirar o chapéu. Ou melhor, o capacete</title>
		<link>http://www.loucosporcolecoes.com.br/index.php/uma-colecao-de-tirar-o-chapeu-ou-melhor-o-capacete.php</link>
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		<pubDate>Mon, 18 Apr 2011 21:30:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Michelle Navarro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colecionador do Mês]]></category>
		<category><![CDATA[coleção]]></category>
		<category><![CDATA[colecionador]]></category>
		<category><![CDATA[Itens de guerra]]></category>
		<category><![CDATA[Revolução de 32]]></category>
		<category><![CDATA[Ricardo Della Rosa]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma coleção de tirar o capacete. Ricardo Della Rosa é dono de um acervo de itens de guerra de dar inveja. Neto de veteranos da Revolução Constitucionalista de 1932 por parte de pai e de mãe, a paixão pela história está no sangue.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">Uniformes, medalhas, capacetes, documentos e uma infinidade de objetos relacionados à Revolução Constitucionalista de 1932 compõem a incrível coleção do publicitário e músico paulistano<strong> Ricardo Della Rosa</strong>, de 38 anos.</p>
<div class="mceTemp">
<div id="attachment_1451" class="wp-caption alignleft" style="width: 329px"><img class="size-medium wp-image-1451" title="Fotos e postal da familia" src="http://www.loucosporcolecoes.com.br/wp-content/uploads/2011/04/RICARDO21-300x227.jpg" alt="Fotos e postal trocados entre a família de Ricardo durante a guerra" width="319" height="213" /><p class="wp-caption-text">Fotos e postal trocados entre a família de Ricardo durante a guerra</p></div>
</div>
<div class="mceTemp">Ser neto de veteranos da Revolução de 32 por parte de pai e de mãe explica parte da paixão do colecionador pelo tema. Mas não só. “Como gosto muito de História, a coleção é uma maneira de divulgar a Revolução de 32. É uma história muito bonita, não só pelos meus avôs, mas porque tem a ver com o passado de São Paulo”, afirma.</div>
<p>A <a href="http://www.sampa.art.br/historia/revolucao32/" target="_blank">Revolução Constitucionalista de 1932</a> foi uma revolta de militares e voluntários paulistas contra a ditadura de Getúlio Vargas. Após o então presidente abolir o Congresso Nacional e anular a Constituição, um exército de cerca de 20 mil homens rebeldes se uniu neste que foi o maior conflito armado do século 20 no Brasil. Após três meses de guerra e mais de 800 mortes oficiais, São Paulo se rendeu. Em 1934, foi publicada a terceira Constituição brasileira. </p>
<dl id="attachment_1591" class="wp-caption aligncenter" style="text-align: left; width: 625px;">
<dt class="wp-caption-dt"><img class="size-full wp-image-1591" title="RICK" src="http://www.loucosporcolecoes.com.br/wp-content/uploads/2011/04/RICK2.jpg" alt="Documento e carta do acervo de Ricardo" width="615" height="204" /></dt>
<dd class="wp-caption-dd" style="text-align: center;"><em><strong>Documento e carta do acervo de Ricardo</strong></em></dd>
</dl>
<div class="mceTemp mceIEcenter" style="TEXT-ALIGN: left">
<p>Quer saber mais? É só entrar no blog que Ricardo mantém sobre o assunto, o <a href="http://www.tudoporsaopaulo.com.br" target="_blank">Tudo Por São Paulo 1932</a>. Ali, é possível conhecer um pouco mais da história do movimento e a coleção, que hoje conta com cerca de 500 itens. “Cada peça tem sua história, o que me obriga a pesquisar sempre para manter o blog atualizado. Às vezes pego o carro e viajo só para checar informações sobre um determinado item” revela.  </div>
<div id="attachment_1491" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-1491" title="RICARDO7" src="http://www.loucosporcolecoes.com.br/wp-content/uploads/2011/04/RICARDO7-300x228.jpg" alt="Os capacetes são os xodós de Ricardo" width="300" height="228" /><p class="wp-caption-text">Os capacetes são os xodós de Ricardo</p></div>
<p> O ato de colecionar também fez com que Ricardo aprendesse a conservar as peças. Fardas, capacetes, fitas de medalha, papéis e fotos exigem cuidados específicos. “Um <a href="http://tudoporsaopaulo1932.blogspot.com/2011/01/capacete-encontrado-em-antiga.html" target="_blank">capacete</a>, por exemplo. Você tem de cuidar do aço para que ele não oxide e do couro para que não seque.”</p>
<p>E como uma coleção que se preze está sempre em construção, Ricardo costuma frequentar feiras de antiguidades em busca de novas peças. Foi em uma dessas feiras que ele conseguiu um dos itens mais valiosos de sua coleção: “É um quadro original de <a href="http://www.itaucultural.org.br/aplicexternas/enciclopedia_ic/index.cfm?fuseaction=artistas_biografia&amp;cd_idioma=28555&amp;cd_item=3&amp;cd_verbete=3552" target="_blank">José Wasth Rodrigues</a><em> [pintor que, entre outras coisas, criou o brasão da cidade de São Paulo em parceria com Guilherme de Almeida, em 1917, e o brasão do Estado de São Paulo, em 1932]</em>. A tela é uma alegoria única que mistura técnicas diferentes, como aquarela, nanquim e colagem, traz a bandeira e o brasão de São Paulo e ainda a foto de um soldado no centro”, descreve.</p>
<div id="attachment_1501" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-1501" title="RICARDO4" src="http://www.loucosporcolecoes.com.br/wp-content/uploads/2011/04/RICARDO4-300x228.jpg" alt="RICARDO4" width="300" height="228" /><p class="wp-caption-text">Quadro original de José Wasth Rodrigues homenageando combatente</p></div>
<p> Curioso como é, Ricardo não sossegou até descobrir a história do rapaz da foto. “Ele foi atingido por um tiro fatal em uma batalha em Capão Bonito <em>[cidade localizada a 237 km de São Paulo]</em>. Achei também o túmulo dele, que fica no Cemitério São Paulo <em>[na zona oeste de São Paulo] </em>e é outra obra de arte”, revela. Quando Ricardo viu o quadro na feira pensou até em vender o carro para poder comprá-lo. Não foi preciso, já que o vendedor desconhecia o que tinha em mãos e cobrou um precinho bem camarada.</p>
<div id="attachment_1511" class="wp-caption alignright" style="width: 264px"><img class="size-medium wp-image-1511" title="RICARDO6" src="http://www.loucosporcolecoes.com.br/wp-content/uploads/2011/04/RICARDO6-226x300.jpg" alt="RICARDO6" width="254" height="349" /><p class="wp-caption-text">Ricardo posa em meio a seu tesouro</p></div>
<p> Essa e outras peças podem ser vistas no blog, que recebe cerca de 150 unique visitors por dia, entre eles, professores que usam o conteúdo do blog na sala de aula. O colecionador diz que gostaria de expor as peças publicamente, com toda a infraestrutura para acomodar seus tesouros. “Tenho ciúme da minha coleção, daí o cuidado com cada peça”, diz ele, que adoraria montar a mostra em 2012, quando se comemoram os 80 anos da Revolução de 32.</p>
<p> </p>
<p><em>Michelle Navarro</em></p>
<p><strong><em>*      *      *      *      * </em></strong></p>
<p><strong><em>Você costuma colecionar alguma coisa? Conte para nós a sua história! Envie para </em></strong><a href="mailto:colecionadores@abril.com.br"><strong><em>colecionadores@abril.com.br</em></strong></a><strong><em>. Você pode ganhar um kit da </em></strong><a href="http://www.abrilcolecoes.com.br" target="_blank"><strong><em>Abril Coleções</em></strong></a><strong><em>!</em></strong></p>
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		<item>
		<title>Uma viagem pelos DVDs e miniaturas de Amaury Júnior</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Mar 2011 17:29:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Michelle Navarro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colecionadores Célebres]]></category>
		<category><![CDATA[Amaury Jr]]></category>
		<category><![CDATA[coleção]]></category>
		<category><![CDATA[colecionador]]></category>
		<category><![CDATA[colecionador célebre]]></category>
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		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[Michelle Navarro]]></category>
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		<category><![CDATA[viagem]]></category>

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		<description><![CDATA[Amaury Jr não é apenas um colecionador de viagens extraordinárias e entrevistas memoráveis. É também dono de um acervo de DVDs e miniaturas de dar inveja. Entre os xodós, uma miniatura de Lois Lane e uma coletânea de episódios clássicos de Tom e Jerry em LD (Laserdisc, o precursor do DVD). Confira a entrevista que o apresentador cedeu ao LoucosPorColeções!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="mceTemp">Ele não é apenas um colecionador de viagens extraordinárias e entrevistas memoráveis. O apresentador <strong>Amaury Júnior</strong>, cujo <a href="http://amauryjr.uol.com.br/Programa-AmauryJr.aspx" target="_blank">programa</a> vai ao ar atualmente pela Rede TV!, é também dono de um acervo de dar inveja: são mais de 5 mil DVDs, entre filmes, documentários e</div>
<div class="mceTemp">shows, além de uma coleção de cerca de 3 mil miniaturas de personagens de todos os tipos, temas, tamanhos e nacionalidades. </div>
<div class="mceTemp">
<div id="attachment_1401" class="wp-caption alignright" style="width: 338px"><img class="size-medium wp-image-1401" title="cccccDSC00116" src="http://www.loucosporcolecoes.com.br/wp-content/uploads/2011/03/cccccDSC001163-300x224.jpg" alt="Amaury e seus pequenos grandes mimos (Foto: Michelle Navarro)" width="328" height="241" /><p class="wp-caption-text">Amaury e seus pequenos grandes mimos (Foto: Michelle Navarro)</p></div>
</div>
<p>Entre os xodós, estão uma miniatura de Lois Lane, a namorada do Superman, e uma coletânea dos episódios clássicos de Tom &amp; Jerry em LD (Laserdisc, o precursor do DVD, lançado no mercado em 1978). “Tenho o maior ciúme, pois não tem nada igual àquela fase inicial de <a href="http://www.chuckjones.com/" target="_blank">Chuck Jones</a> [<em>um dos maiores nomes da animação, que assumiu o desenho em 1963</em>]. Tenho todos os clássicos – são quase 100 desenhos de que gosto muito, revejo de vez em quando e acho mágicos. Continuam atuais e divertidos”, contou ao <em><strong>Loucos</strong></em>.</p>
<p>Os valiosos episódios de Tom &amp; Jerry e outras relíquias foram encontrados em “buracos underground de Nova York” ou em sebos. “São os melhores lugares para se conseguir raridades. Tudo é fruto de prospecção, de ir aos lugares, saber das liquidações&#8230; Como viajo muito, todo o tempo que me sobra eu procuro saber onde tem essas coisinhas”, revelou Amaury.</p>
<p>Modesto, o apresentador diz que seus milhares de DVDs são apenas uma fonte de pesquisas. Isso porque Amaury utiliza grande parte do material que tem em casa para ilustrar as reportagens que faz para seu programa. “Me orgulho da minha coleção de DVDs, porque tem coisas sensacionais, imagens que não serão mais editadas&#8230; Compro às vezes nem sei bem por que, mas sei que vai ter utilidade um dia, que vou acabar colocando no ar”, afirmou.</p>
<div id="attachment_1311" class="wp-caption alignleft" style="width: 304px"><img class="size-medium wp-image-1311" title="bbbDSC00130" src="http://www.loucosporcolecoes.com.br/wp-content/uploads/2011/03/bbbDSC00130-300x224.jpg" alt="Duas paixões de Amaury reunidas: miniatura e Tom e Jerry (Foto: Michelle Navarro)" width="294" height="214" /><p class="wp-caption-text">Duas paixões de Amaury reunidas: miniatura e Tom e Jerry (Foto: Michelle Navarro)</p></div>
<p>Já as miniaturas são lembranças de suas muitas viagens. “Se for para trazer algum objeto dos lugares aos quais viajo, será uma miniatura. Adoro! Só não tenho mais porque espaço para guardá-las é um problema.” Apesar de exibir no acervo miniaturas raras e que não serão mais lançadas – como uma dos Beatles que comprou nos Estados Unidos – o apresentador não tem um critério na hora da compra das pequenas: “Se me agrada visualmente, compro. Não importa se custa 2 dólares ou 200”, contou.</p>
<p><em>Michelle Navarro</em></p>
<p><em><strong>Você costuma colecionar alguma coisa? Conte para nós a sua história! Envie para <a href="mailto:colecionadores@abril.com.br">colecionadores@abril.com.br</a>. Você pode ganhar um kit da <a href="http://www.abrilcolecoes.com.br/" target="_blank">Abril Coleções</a>!</strong></em></p>
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		<title>Exposição Papel de Bala relembra sabores da infância</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Mar 2011 19:37:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Michelle Navarro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A exposição Papel de Bala, no Museu Paulista da USP (ou Museu do Ipiranga), foi prorrogada até 22 de maio. São 206 embalagens de doces e guloseimas de todos os tipos, a maioria delas da segunda metade do século XX. É, sem dúvidas, uma deliciosa viagem à infância de muitos de nós.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Foi prorrogada até 22 de maio a exposição <em>Papel de Bala</em>, em cartaz no Museu Paulista da USP (mais conhecido como Museu do Ipiranga). São 206 embalagens de guloseimas de todos os tipos – a maioria fora de circulação há décadas, e alguns rótulos de doces consumidos até hoje. É sem dúvida uma deliciosa viagem à infância de muitos de nós.</p>
<div id="attachment_1011" class="wp-caption alignleft" style="width: 166px"><img class="size-thumbnail wp-image-1011   " title="img_papeldebalaChita" src="http://www.loucosporcolecoes.com.br/wp-content/uploads/2011/03/img_papeldebalaChita4-150x150.jpg" alt="A bala dos anos 40 sucesso no Brasil e no exterior (Divulgação)" width="156" height="150" /><p class="wp-caption-text">Chita: bala dos anos 40 foi sucesso no Brasil e no exterior (Foto: divulgação)</p></div>
<p>Doada ao museu em 2003 pelo arquiteto e professor de história da arte Egydio Colombo Filho, a coleção conta com 5.266 itens, sendo 1.131 relativos a alimentos, além de rótulos que vão de artigos de tabacaria a panfletos políticos e de autoajuda.</p>
<p>Segundo Ricardo Bogus, curador da mostra, a coleção começou em 1979, quando Egydio fazia o trabalho de conclusão de curso sobre desenho gráfico na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP. A partir daí, ele começou a juntar todo tipo de embalagem, rótulo e etiqueta que o interessava. Como o acervo foi crescendo e Egydio não tinha mais espaço para guardá-lo, resolveu doá-lo ao Museu do Ipiranga.</p>
<p>Além das embalagens cujo design é autêntico e popular, algumas são rústicas e semi-industrializadas, caseiras. É possível verificar, na mostra, como as embalagens mudaram ao longo dos anos, assim como os gostos e preferências das crianças de cada geração.</p>
<div id="attachment_1111" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-1111" title="img_papeldebala1" src="http://www.loucosporcolecoes.com.br/wp-content/uploads/2011/03/img_papeldebala12-300x199.jpg" alt="Exposição traz 206 embalagens de doces de todos os tipos (Foto: Helio Nobre / MP-USP)" width="300" height="199" /><p class="wp-caption-text">Exposição traz 206 embalagens de doces de todos os tipos (Foto: Helio Nobre / MP-USP)</p></div>
<div class="mceTemp"> </div>
<blockquote>
<div class="mceTemp"><strong> </strong></div>
<div class="mceTemp"><strong>Mostra Papel de Bala<br />
</strong> <br />
<strong>Onde?</strong> Museu do Ipiranga: Parque da Independência, s/n – Ipiranga. Tel. (11) 2065-8001<br />
<strong>Quando?</strong> Até 22/5, de terça a domingo, das 9h às 17h<br />
<strong>Quanto?</strong> R$ 6, estudantes pagam meia entrada<br />
<a href="http://www.mp.usp.br">www.mp.usp.br</a></div>
</blockquote>
<div class="mceTemp"><em> </em></div>
<div class="mceTemp"><em> </em></div>
<div class="mceTemp"><em> </em></div>
<div class="mceTemp"><em> </em></div>
<div class="mceTemp"><em>Michelle Navarro</em></div>
<div class="mceTemp">
<p><em><strong>Você costuma colecionar alguma coisa? Conte para nós a sua história. Envie para <a href="mailto:colecionadores@abril.com.br">colecionadores@abril.com.br</a>. Você pode ganhar um kit da <a href="http://www.abrilcolecoes.com.br/" target="_blank">Abril Coleções</a>!</strong></em></div>
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		<title>Cada peça em seu lugar</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Nov 2010 15:10:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Perfil da colecionadora/colecionador: A empresária Luiza Figueiredo é recordista mundial por ter a maior coleção de quebra cabeças: são 280 no total. Os carinhosos “QC” – como Luiza apelida, fazem parte da vida dela desde criança. Confira o depoimento que a colecionadora cedeu ao Loucos Por Coleções!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_665" class="wp-caption alignright" style="width: 160px"><img class="size-thumbnail wp-image-665" title="Luiza e sua coleção" src="http://www.loucosporcolecoes.com.br/wp-content/uploads/2010/11/Luiza2-150x150.jpg" alt="Luiza e sua coleção." width="150" height="150" /><p class="wp-caption-text">Luiza e sua coleção.</p></div>
<p><strong>Perfil da colecionadora:</strong> A empresária Luiza Figueiredo, 50, é recordista mundial por ter a maior coleção de quebra cabeças: são 280 no total. Os carinhosos “QC” – como Luiza apelida, fazem parte da vida dela desde criança. Confira o depoimento que a colecionadora cedeu ao Loucos!</p>
<p> “Apesar de ter nascido na capital paulista, passei grande parte da minha infância no Rio de Janeiro, já que minha família é de lá. Nas férias em Nova Friburgo, cidade a 136 km da capital fluminense, observava o hábito das minhas tias em montar quebra cabeças. Era uma verdadeira festa, todos ficavam em volta de uma mesa montando-os. Minha mãe sempre me incentivou a participar e comprava QC para mim. Lembro até hoje do primeiro que ganhei dela, aos sete anos, que formava o desenho de filhotinhos de cachorro.</p>
<p>Desde então passei a ganhar quebra cabeças em aniversários e, às vezes, também sem motivo, de parentes e amigos, que sabiam do meu gosto pela brincadeira. Nesta época, eu não pensava em colecionar os quebra cabeças, simplesmente queria mais e guardava os que já tinha com o maior carinho.</p>
<p>Cresci e o hobby continuou. Então, passei a comprar os QC. Hoje, tenho 280 deles, que vão de 25 a 5 mil peças. Os formatos variam: quadrados, redondos, retangulares, com bordas decorativas, esféricos e em 3D. Tenho modelos nacionais e importados. Eu adoro montá-los, é uma espécie de terapia ocupacional, me traz muita satisfação e prazer, fico horas e horas montando.</p>
<p>Toda a coleção está guardada em suas caixas originais, com as peças armazenadas em sacos fechados. Ela está inteira catalogada e cadastrada e toda semana. Além disso, todos os quebra cabeças são revisados, limpos e guardados de volta.</p>
<p>Mas foi em fevereiro de 2010 que, por curiosidade, entrei no site do Guinness World Records para ver quem era o recordista nesta categoria e descobri que tal recorde ainda não existia. Fiz um pedido para a “Maior coleção de quebra cabeças” e fiquei surpresa quando algumas semanas depois, os organizadores me responderam dizendo que a categoria seria criada.</p>
<p>Tive que seguir todas as regras para a criação do recorde e no dia 21 de julho, ele estava homologado e, com isso, recebi um certificado. Ser brasileira e recordista mundial foi a realização de um sonho para mim!</p>
<p>Agora, pesquiso na internet e busco as novidades do mercado internacional de QC. Me tornei uma verdadeira fanática por quebra cabeças e estou em busca do recorde de 2012!”</p>
<p><em><strong>Você costuma colecionar alguma coisa? Conte para nós a sua história. Envie para colecionadores@abril.com.br ! Você pode ganhar um kit da <a href="http://www.abrilcolecoes.com.br/" target="_blank">Abril Coleções</a></strong></em> .</p>
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		<title>Semana dedicada aos quadrinhos em Taubaté</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Oct 2010 20:10:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lborn</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A partir de hoje (13), começa a 1ª Semana Cultural das Histórias em Quadrinhos, em Taubaté, interior de São Paulo. A mostra acontece até domingo (17) e reúne diversas coleções de quadrinhos. O evento também conta com sala de jogos, workshops e exposição de cartunes e cosplayers (pessoas fantasiadas de personagens dos quadrinhos).
A curadoria é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">A partir de hoje (13), começa a 1ª Semana Cultural das Histórias em Quadrinhos, em Taubaté, interior de São Paulo. A mostra acontece até domingo (17) e reúne diversas coleções de quadrinhos. O evento também conta com sala de jogos, workshops e exposição de cartunes e cosplayers (pessoas fantasiadas de personagens dos quadrinhos).</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">A curadoria é do colecionador e historiador Jorge Hata, que coleciona quadrinhos desde 1966. “A realização da 1ª Semana das Histórias em Quadrinhos foi criada não só para valorizar os HQs, mas, principalmente, para fazer desta arte uma ferramenta de incentivo à leitura”, conta Jorge.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Vai lá!</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">1ª Semana Cultural das Histórias em Quadrinhos</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Quando: Até domingo, dia 17, das 9h às 18h</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Onde: Centro Cultural Municipal (Praça Coronel Vitoriano – Jardim Santa Clara, Taubaté)</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Tel: (12) 9108-0971</div>
<div id="attachment_653" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.loucosporcolecoes.com.br/wp-content/uploads/2010/10/noticias.jpg"><img class="size-medium wp-image-653" title="noticias" src="http://www.loucosporcolecoes.com.br/wp-content/uploads/2010/10/noticias-300x225.jpg" alt="Quadrinhos mil!" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Quadrinhos mil!</p></div>
<p>A partir de hoje (13), começa a <strong>1ª Semana Cultural das Histórias em Quadrinhos</strong>, em Taubaté, interior de São Paulo. A mostra acontece até domingo (17) e reúne diversas coleções de quadrinhos. O evento também conta com sala de jogos, workshops e exposição de cartunes e cosplayers (pessoas fantasiadas de personagens dos quadrinhos).</p>
<p>A curadoria é do colecionador e historiador Jorge Hata, que coleciona quadrinhos desde 1966. “A realização da 1ª Semana das Histórias em Quadrinhos foi criada não só para valorizar os HQs, mas, principalmente, para fazer desta arte uma ferramenta de incentivo à leitura”, conta Jorge.</p>
<p><strong><em>Vai lá!</em></strong></p>
<p>1ª Semana Cultural das Histórias em Quadrinhos</p>
<p>Quando: Até domingo, dia 17, das 9h às 18h</p>
<p>Onde: Centro Cultural Municipal (Praça Coronel Vitoriano – Jardim Santa Clara, Taubaté)</p>
<p>Contato: (12) 9108-0971</p>
<h5>Foto: Divulgação</h5>
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		<title>Loja em Fortaleza promove mostra de toy art</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Sep 2010 21:36:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lborn</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Toy art: a palavra toy está no nome, mas eles não servem tanto para brincar. A Toy Art representa uma arte de vanguarda, cultivada por colecionadores, que se divertem em criar novas versões para os bonequinhos. Pensando em estimular a criatividade da Toy Art, a Loja Ouvidor, localizada em Fortaleza e especializada em design e decoração, promove até o dia 08 de outubro, a exposição TOYandME.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="mceTemp" style="text-align: left;">
<div id="attachment_636" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.loucosporcolecoes.com.br/wp-content/uploads/2010/09/dunny-toy-art.jpg"><img class="size-medium wp-image-636" title="dunny toy art" src="http://www.loucosporcolecoes.com.br/wp-content/uploads/2010/09/dunny-toy-art-300x299.jpg" alt="O colorido da toy art" width="300" height="299" /></a><p class="wp-caption-text">O colorido da toy art</p></div>
</div>
<div class="mceTemp" style="text-align: left;">A palavra <em>toy</em> está no nome, mas eles não servem tanto para brincar. A <em>Toy Art</em> representa uma arte de vanguarda, cultivada por colecionadores, que se divertem em criar novas versões para os bonequinhos.</div>
<p style="text-align: left;">Pensando em estimular a criatividade da <em>Toy Art</em>, a <strong>Loja Ouvidor</strong>, localizada em Fortaleza e especializada em design e decoração, promove até o dia 08 de outubro, a exposição <strong>TOYandME</strong>.</p>
<p style="text-align: left;">Na exposição, 10 toy arts, assinados por artistas brasileiros, estarão expostos. Um <em>munny</em>, boneco branco, foi entregue a cada convidado, que por sua vez, criou o seu toy, com o auxílio de materiais variados: prata, tinta, tecido, metais, entre outros.</p>
<p style="text-align: left;">Os toy arts dos estilistas Jum Nakao, Ronaldo Fraga, Lino Villaventura e Glória Coelho; dos artistas plásticos Siegbert Franklin, Ize Araújo, Hélio Rola e Marco D Julio; do designer de jóias Claudio Quinderé; e do designer gráfico Sérgio Hansen, estarão expostos.</p>
<p style="text-align: left;">A exposição homenageia o designer de móveis Sérgio Rodrigues, que foi transformado em toy art. A transposição funcionou.</p>
<p style="text-align: left;">
<div id="attachment_633" class="wp-caption alignright" style="width: 218px"><a href="http://www.loucosporcolecoes.com.br/wp-content/uploads/2010/09/toy-art.jpg"><img class="size-medium wp-image-633" title="toy art" src="http://www.loucosporcolecoes.com.br/wp-content/uploads/2010/09/toy-art-208x300.jpg" alt="Designer de móveis, em versão toy art" width="208" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Designer de móveis, em versão toy art</p></div>
<p style="text-align: left;">Para completar, as obras serão colocadas à venda e parte da renda será revertida para o Instituto do Câncer do Ceará (ICC). A visitação é gratuita.</p>
<p><strong><em>Vai lá!</em></strong></p>
<p><strong>Exposição TOYandME</strong></p>
<p><strong></strong>Quando?<strong> </strong>Até 8 de outubro, a partir das 20h (exceto aos domingos, a partir das 18h)</p>
<p>Onde? Loja Ouvidor &#8211; Av. Santos Dumont, 362 – Fortaleza – CE</p>
<p>Tel: (85) 3267-6766/ <a href="http://www.lojaouvidor.com.br/">www.lojaouvidor.com.br</a>/ @ouvidordesign</p>
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