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	<title>Loucos por Coleções &#187; Colecionador do Mês</title>
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	<description>Loucos por Coleções</description>
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		<title>Paixão antiga que entrega o jogo</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Jul 2011 19:07:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Michelle Navarro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colecionador do Mês]]></category>
		<category><![CDATA[antiguidade]]></category>
		<category><![CDATA[Antonio Borba]]></category>
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		<description><![CDATA[Trinta anos se passaram desde que Antonio Borba jogou videogame pela primeira vez. A paixão foi tamanha que, hoje, esse empresário paranaense, especialista em tecnologia, é considerado o maior colecionador de Atari no Brasil. O título, reconhecido pelo RankBrasil, em 2006, não é para menos – são incríveis 1.700 cartuchos, 50 consoles, mais de 100 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_2861" class="wp-caption alignright" style="width: 306px"><a href="http://www.loucosporcolecoes.com.br/wp-content/uploads/2011/07/ATARI11.jpg"><img class="size-medium wp-image-2861" title="ATARI1" src="http://www.loucosporcolecoes.com.br/wp-content/uploads/2011/07/ATARI11-300x198.jpg" alt="Antonio mantém seu tesouro organizado em sala climatizada e com desumidificador de ar (Foto: Arquivo pessoal)" width="296" height="169" /></a><p class="wp-caption-text">Antonio mantém seu tesouro organizado em sala climatizada e com desumidificador de ar (Foto: Arquivo pessoal)</p></div>
<p>Trinta anos se passaram desde que <strong>Antonio Borba</strong> jogou videogame pela primeira vez. A paixão foi tamanha que, hoje, esse empresário paranaense, especialista em tecnologia, é considerado o maior colecionador de Atari no Brasil. O título, reconhecido pelo <a href="http://www.rankbrasil.com.br/Recordes/Materias/0LJ9/Maior_Colecao_De_Atari" target="_blank">RankBrasil</a>, em 2006, não é para menos – são incríveis 1.700 cartuchos, 50 consoles, mais de 100 controles e quatro máquinas de fliperama, entre outros itens.</p>
<p>Num joguinho rápido, Antonio Borba deu a seguinte entrevista ao<em> Loucos</em>:</p>
<p><strong>Como foi a experiência com o seu primeiro Atari? A paixão foi instantânea?<br />
</strong>Eu tinha entre 7 e 8 anos quando ganhei o primeiro Atari do meu pai. Eu já tinha o Telejogo II, da Philco/Ford<em> [lançado em 1978],</em> e era viciado em fliperamas. O Atari foi uma paixão absoluta, sonho de criança mesmo.</p>
<p><strong>Como começou a colecionar?<br />
</strong>Aos 31 anos, descobri, em sites de leilão, que havia um vasto mercado de videogames antigos. Comprei o primeiro Atari, o segundo, cartuchos e controles e foi aí que a compulsão tomou conta. Não parei mais, porque junto com a diversão, resgatei toda a história do console, seu valor histórico, além de conhecer pessoas e colecionadores no mundo todo. Hoje tenho amizade com os maiores colecionadores do Brasil e do mundo.</p>
<p><strong>Você ainda abastece a coleção? Como faz para conseguir itens novos?<br />
</strong>Ela está praticamente parada pela minha falta de tempo. Eventualmente, adquiro um ou outro item raro, mas minha atividade profissional acaba por restringir minha dedicação ao hobby. Além dos sites de leilão, recorro a fóruns e contatos diretos com outros colecionadores para conseguir novos itens.</p>
<div id="attachment_2941" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.loucosporcolecoes.com.br/wp-content/uploads/2011/07/ATARI21.jpg"><img class="size-medium wp-image-2941" title="ATARI2" src="http://www.loucosporcolecoes.com.br/wp-content/uploads/2011/07/ATARI21-300x175.jpg" alt="Console de Atari 2600 chamado de “Darth Vader” com joysticks (Foto: Arquivo pessoal)" width="300" height="175" /></a><p class="wp-caption-text">Console de Atari 2600 chamado de “Darth Vader” com joysticks (Foto: Arquivo pessoal)</p></div>
<p><strong>Para jogar, você prefere o Atari ou um videogame mais moderno?<br />
</strong>Moderno. É mais desafiador, os recordes ficam registrados online, interajo mais com amigos. O Atari é uma experiência retrô, de se isolar numa sala, curtir, mas ao desligá-lo, tudo se acaba. Não há memória, savegame ou registro. Então, o Atari é nostalgia, mas não é meu videogame preferido para jogar.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Qual é o item mais valioso, raro ou que deu um supertrabalho para adquirir?<br />
</strong>Há vários, mas tem um <a href="http://www.magicwebdesign.com.br/auctions/produto.php?63484a765a485630627a30784d6a4133" target="_blank">“set” de cartuchos</a> em particular foi muito difícil. Levei três anos para completá-lo, tive que comprar um cartucho da Inglaterra e, para adquirir o mais raro, investi muito dinheiro e uma grande “manobra” para convencer as pessoas certas. Neste ramo, não basta ter dinheiro e querer comprar. A pessoa precisa querer vender para você.</p>
<p><strong>Qual a parte boa e a ruim (se houver) de ter uma coleção tão grande?<br />
</strong>A boa não preciso nem falar: o orgulho de tudo que conquistei, a satisfação, poder jogar, receber amigos&#8230; Mas, sobretudo, o conhecimento que adquiri no processo de completar a coleção. O lado ruim é que o esforço para mantê-la é grande&#8230; São muitos cuidados e preciso ter um espaço adequado para acomodá-la.</p>
<p><strong>Como você faz para armazenar e conservar os consoles e os cartuchos?<br />
</strong>Tenho duas salas especialmente para isso, com ar condicionado e desumidificador. A limpeza regular também é importante. </p>
<div id="attachment_3071" class="wp-caption alignright" style="width: 160px"><a href="http://www.loucosporcolecoes.com.br/wp-content/uploads/2011/07/ATARI32.jpg"><strong><img class="size-thumbnail wp-image-3071" title="ATARI3" src="http://www.loucosporcolecoes.com.br/wp-content/uploads/2011/07/ATARI32-150x150.jpg" alt="Coleção completa de jogos do Atari 7800, incluindo os raros Tank Command e Water Ski (Foto: Arquivo pessoal)" width="150" height="150" /></strong></a><p class="wp-caption-text">Coleção completa de jogos do Atari 7800, incluindo os raros Tank Command e Water Ski (Foto: Arquivo pessoal)</p></div>
<p><strong>Quando dá aquela saudade, você joga com os Ataris ou tem aquele ciúme de colecionador e prefere não mexer no tesouro?<br />
</strong>Eu não me importo nem um pouco de mexer e acho mesmo que eles foram feitos para jogar. Até por que, se os equipamentos ficarem desligados por muito tempo, corro o risco de pifarem de vez. Só não jogo mais por pura falta de tempo e também porque adoro jogar os videogames atuais.</p>
<p><strong>Qual é o seu jogo preferido – quando criança e hoje?<br />
</strong>Há vários que me marcaram por diferentes motivos. O mais curioso é que hoje alguns deles são bastante simplórios. Na época em que foram lançados, um mundo de fantasia era expresso nas embalagens e rótulos dos cartuchos, com ilustrações muito ricas, que trabalhavam a mente das crianças. Jogávamos neste mundo de fantasia, já que os recursos gráficos dos jogos eram bem modestos. Independente disso, um dos meus jogos preferidos é Kaboom! – também gosto muito do Pressure Cooker. Se você perguntar isso para a maioria dos fãs de Atari, obterá respostas mais comuns, como River Raid, Frostbite ou HERO.</p>
<p><strong>Com a diversidade de consoles, mídias, tipos de jogos que existe hoje, acha que é mais difícil para uma criança se apaixonar por um em especial, como ocorreu com você?<br />
</strong>Na verdade só existem três videogames “de verdade”: Wii, X-Box e Playstation 3. Porém os jogos são tão variados que a plataforma (console de videogame) não importa tanto. Um jogo moderno para X-Box ou PS3 é o mesmo, sem mudanças. Isso não acontecia no passado, os videogames possuíam identidade, recursos específicos e os jogos tinham “a cara” do videogame. Sei reconhecer um jogo de Atari ou Odyssey, sei dizer a diferença na hora, não importa qual seja o jogo. Hoje em dia, a tela de jogo não identifica para qual videogame foi feito. Portanto, é difícil. A criança pode se apaixonar por um certo jogo, mas não vai se apegar ao videogame, como acontecia no passado.</p>
<p><strong>Tem alguma dica para colecionadores que estão começando agora?<br />
</strong>Tenha foco e se concentre no que gostaria de colecionar. Além de exigir dedicação,  o mundo do colecionismo é muito amplo e caro, por isso é legal manter o foco e evitar comprar de tudo. Por exemplo, você pode colecionar cartuchos de Atari importados ou, se for colecionar nacionais, escolher apenas algumas marcas. Se você quer ter vários videogames antigos, talvez seja melhor ter apenas um console de cada com os jogos mais famosos de cada marca, para evitar expandir muito o leque, e assim vai. Eu tenho outros videogames, mas meu foco sempre foi o Atari. Optei por ter nacionais e importados, e confesso que foi um pouco de exagero pois investi muito para chegar onde estou.</p>
<p>Conheça o <a href="http://tombrazil.magicwebdesign.com.br/" target="_blank">site</a> da coleção de Antonio.</p>
<p><em>Michelle Navarro</em></p>
<p style="text-align: center;">*        *         *         *        *</p>
<p><strong>Você costuma colecionar alguma coisa? Conte para nós a sua história! Envie para </strong><a href="mailto:colecionadores@abril.com.br"><strong>colecionadores@abril.com.br</strong></a><strong>. Você pode ganhar um kit da Abril Coleções!</strong></p>
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		<title>O que é que esse paulista tem?</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Jun 2011 18:42:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Michelle Navarro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colecionador do Mês]]></category>
		<category><![CDATA[Carmen Miranda]]></category>
		<category><![CDATA[coleção]]></category>
		<category><![CDATA[colecionador]]></category>
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		<category><![CDATA[Museu]]></category>
		<category><![CDATA[Museu Carmen Miranda]]></category>

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		<description><![CDATA[Na casa onde mora, no Tatuapé, bairro da Zona Leste, em São Paulo, Ricardo Kondrat guarda cerca de 2.500 itens referentes à pequena notável Carmem Miranda.
A primeira vez que a viu, tinha 15 anos. Foi à tarde, na TV. Ela cantava Enchiladas como se fosse mexicana, no filme “Morrendo de Medo”  (Scared Stiff, Paramount, 1953), [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Na casa onde mora, no Tatuapé, bairro da Zona Leste, em São Paulo, Ricardo Kondrat guarda cerca de 2.500 itens referentes à pequena notável Carmem Miranda.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">A primeira vez que a viu, tinha 15 anos. Foi à tarde, na TV. Ela cantava Enchiladas como se fosse mexicana, no filme “Morrendo de Medo”  (Scared Stiff, Paramount, 1953), estrelado por Dean Martin e Jerry Lewis. Ricardo ficou encantado por aquela versão americanizada, bem diferente da cantora cheia dos balangandãs de O que é que a baiana tem? (música de Dorival Caymmi, gravada em 1938, no filme brasileiro A Banana da terra, Sonofilms).</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Quando essa sua paixão começou, em 1980, poucos garotos saberiam dizer quem era aquela baixinha que cantava em inglês, dançando sobre plataformas, equilibrando um turbante repleto de alegorias.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">“Também, pudera! Carmen Miranda havia morrido 25 anos antes, era sucesso no tempo da minha mãe.”</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">O LP 20 Anos de Saudade – A pequena notável, de 1975, primeiro item da coleção, Ricardo garimpou na Praça da Sé seguindo a dica da mãe. Daí em diante seu acervo não parou de crescer – discos originais dos anos 30 e 40 (todos singles, com uma música de um lado e outra do outro lado do disco), revistas da época, cópias de certidões de nascimento e óbito, quadros, esculturas, camisetas, uma toalha, e até fotos dele com Aurora Miranda, irmã de Carmen,  e cantora de muito sucesso no rádio.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">“Eu deixei de fazer e comprar muitas coisas para investir dinheiro nesta coleção, mas é muito prazeroso. Tenho saúde, paz, tranquilidade e a Carmen no meu coração.”</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Como todo colecionador que se preze, Ricardo também possui itens que não troca e não ou vende por dinheiro algum: uma bolsa e dois tamancos usados por Carmen, além de uma foto autografada, tudo com certidões que comprovam a autenticidade das peças, devidamente registradas em cartório, emitidas pela família da cantora.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">“Um dos maiores tesouros da minha vida de colecionador foi justamente poder conhecer a família de Carmen. Poucos tiveram esse privilégio”, conta Ricardo, que diz ter sido muito próximo dos irmãos da artista.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Tamanha admiração não é à toa: a portuguesa Maria do Carmo Miranda da Cunha, que o mundo conheceu como a “brasileira” Carmen Miranda, foi uma mulher à frente de seu tempo, uma artista completa. Tinha talento de sobra para cantar, dançar e atuar. Foi a primeira cantora de rádio a ter contrato assinado no Brasil, gravou 160 discos (quase 300 músicas), e em 1940 era a cantora mais bem paga dos Estados Unidos. Seu disco “Pra você gostar de mim (Taí)”, de 1938, vendeu mais de 35 mil cópias. Além disso, participou de 20 filmes e tem registradas as mãos e as solas das plataformas na Calçada da Fama, em Los Angeles.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">“Por tudo o que ela fez, o recado que eu gostaria de deixar para outros fãs da Carmen é que mantenham a imagem dela viva.”</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Para saber mais:</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Museu Carmen Miranda</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Av. Rui Barbosa, em frente ao nº 560</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Parque do Flamento – Rio de Janeiro / RJ</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">De terça a sexta, das 10h às 17h</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Sábado e Domingo, das 12h às 17h</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Tel: (21) 2299-5586</div>
<p>Na casa onde mora, no Tatuapé, bairro da Zona Leste, em São Paulo, <strong>Ricardo Kondrat</strong> guarda cerca de 2.500 itens referentes à pequena notável Carmen Miranda.</p>
<div id="attachment_2571" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://www.loucosporcolecoes.com.br/wp-content/uploads/2011/06/Ricardo1.jpg"><img class="size-medium wp-image-2571" title="Ricardo" src="http://www.loucosporcolecoes.com.br/wp-content/uploads/2011/06/Ricardo1-300x225.jpg" alt="Carmen Miranda na TV, na toalha, na camiseta... Em todos os lugares! (Foto: Michelle Navarro)" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Carmen Miranda na TV, na toalha, na camiseta... Em todos os lugares! (Foto: Michelle Navarro)</p></div>
<p>A primeira vez que a viu, tinha 15 anos. Foi à tarde, na TV. Ela cantava <em>Enchiladas</em> como se fosse mexicana, no filme “Morrendo de Medo”  (<em><a href="http://www.youtube.com/watch?v=AFzaNDL7NEA&amp;feature=related" target="_blank">Scared Stiff</a>,</em> Paramount, 1953), estrelado por <a href="http://www.deanmartin.com/" target="_blank">Dean Martin</a> e <a href="http://www.jerrylewiscomedy.com/" target="_blank">Jerry Lewis</a>. Ricardo ficou encantado por aquela versão americanizada, bem diferente da cantora cheia dos balangandãs de <em><a href="http://www.youtube.com/watch?v=ojo3I59Gn6c" target="_blank">O que é que a baiana tem?</a></em> (música de Dorival Caymmi, gravada em 1938, no filme brasileiro <em>A Banana da terra</em>, Sonofilms).</p>
<p>Quando essa sua paixão começou, em 1980, poucos garotos saberiam dizer quem era aquela baixinha que cantava em inglês, dançando sobre plataformas, equilibrando um turbante repleto de alegorias.  “Também, pudera! Carmen Miranda havia morrido 25 anos antes, era sucesso no tempo da minha mãe”, lembra Ricardo.</p>
<p>O LP <em>20 Anos de Saudade – A pequena notável</em>, de 1975, primeiro item da coleção, Ricardo garimpou na Praça da Sé seguindo a dica da mãe. Daí em diante seu acervo não parou de crescer – discos originais dos anos 30 e 40 (todos <em>singles</em>, com uma música de um lado e outra do outro lado do disco), revistas da época, cópias de certidões de nascimento e óbito, quadros, esculturas, camisetas, uma toalha, e até fotos dele com Aurora Miranda, irmã de Carmen,  e cantora de muito sucesso no rádio.</p>
<p>“Eu deixei de fazer e comprar muitas coisas para investir nesta coleção, mas é muito prazeroso. Tenho saúde, paz, tranquilidade e a Carmen no meu coração”, afirma.</p>
<div id="attachment_2511" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.loucosporcolecoes.com.br/wp-content/uploads/2011/06/Tamanco.jpg"><img class="size-medium wp-image-2511" title="Tamanco" src="http://www.loucosporcolecoes.com.br/wp-content/uploads/2011/06/Tamanco-300x212.jpg" alt="Ricardo exibe plataforma que pertenceu a Carmen Miranda, doada pela família ao colecionador (Foto: Michelle Navarro)" width="300" height="212" /></a><p class="wp-caption-text">Ricardo exibe plataforma que pertenceu a Carmen Miranda, doada pela família ao colecionador (Foto: Michelle Navarro)</p></div>
<p>Como todo colecionador que se preze, Ricardo também possui itens que não troca ou vende por dinheiro algum: uma bolsa e dois tamancos usados por Carmen, além de uma foto autografada, tudo com certidões que comprovam a autenticidade das peças, devidamente registradas em cartório, emitidas pela família da cantora.</p>
<p>“Um dos maiores tesouros da minha vida de colecionador foi justamente poder conhecer a família de Carmen. Poucos tiveram esse privilégio”, conta Ricardo, que diz ter sido muito próximo dos irmãos da artista.</p>
<div id="attachment_2651" class="wp-caption alignright" style="width: 160px"><a href="http://www.loucosporcolecoes.com.br/wp-content/uploads/2011/06/Placa13.JPG"><img class="size-thumbnail wp-image-2651" title="Placa1" src="http://www.loucosporcolecoes.com.br/wp-content/uploads/2011/06/Placa13-150x150.jpg" alt="As homenagens começam já do lado de fora do museu particular de Ricardo (Foto: Michelle Navarro)" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">As homenagens começam já do lado de fora do museu particular de Ricardo (Foto: Michelle Navarro)</p></div>
<p>Tamanha admiração não é à toa: a portuguesa Maria do Carmo Miranda da Cunha, que o mundo conheceu como a “brasileira” <a href="http://www.carmenmiranda.com.br/" target="_blank">Carmen Miranda</a>, foi uma mulher à frente de seu tempo, uma artista completa. Tinha talento de sobra para cantar, dançar e atuar. Foi a primeira cantora de rádio a ter contrato assinado no Brasil, gravou 160 discos (quase 300 músicas), e em 1940 era a cantora mais bem paga dos Estados Unidos. Seu disco “<a href="http://www.youtube.com/watch?v=V6v7HFVjObk" target="_blank">Pra você gostar de mim (Taí)</a>”, de 1938, vendeu mais de 35 mil cópias. Além disso, participou de 20 filmes e tem registradas as mãos e as solas das plataformas na Calçada da Fama, em Los Angeles.</p>
<blockquote><p>“Por tudo o que ela fez, o recado que eu gostaria de deixar para outros fãs da Carmen é que mantenham a imagem dela viva”, disse o colecionador.</p></blockquote>
<p><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p><em>Michelle Navarro</em></p>
<p><em><span style="color: #ffffff;">.</span></em></p>
<p><strong>Para saber mais</strong>:</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Museu Carmen Miranda </span></p>
<p>Av. Rui Barbosa, em frente ao nº 560</p>
<p>Parque do Flamento – Rio de Janeiro / RJ</p>
<p>De terça a sexta, das 10h às 17h</p>
<p>Sábado e domingo, das 12h às 17h</p>
<p>Tel: (21) 2299-5586</p>
<div><span style="font-family: 'Trebuchet MS'; line-height: normal; "></p>
<p style="margin-top: 15px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; text-align: center; padding: 0px; border: 0px initial initial;">*      *      *      *     *</p>
<p style="margin-top: 15px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; text-align: left; padding: 0px;"><strong><em>Você costuma colecionar alguma coisa? Conte para nós a sua história! Envie para </em><span style="font-weight: normal;"><a style="font-weight: bold; color: #cd5724; text-decoration: none; padding: 0px; margin: 0px; border: 0px initial initial;" href="mailto:colecionadores@abril.com.br"><strong><em>colecionadores@abril.com.br</em></strong></a></span>. <em>Você pode ganhar um kit da <a style="text-decoration: underline;" href="http://www.abrilcolecoes.com.br" target="_blank">Abril Coleções</a>!</em></strong></p>
<p></span></div>
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		</item>
		<item>
		<title>A incrível colecionadora de suvenires da família real britânica</title>
		<link>http://www.loucosporcolecoes.com.br/index.php/a-incrivel-colecionadora-de-suvenires-da-familia-real-britanica.php</link>
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		<pubDate>Mon, 02 May 2011 23:33:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Michelle Navarro</dc:creator>
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Um casamento real costuma mexer com o imaginário de qualquer plebeu. Não foi diferente com o enlace entre o príncipe William, o segundo na linha de sucessão ao trono britânico, e Kate Middleton, que se casaram na sexta-feira, 29 de abril, em Londres, com toda a pompa e circunstância que a ocasião exigiu. A troca [...]]]></description>
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<div class="mceTemp" style="text-align: left;"><a href="http://www.loucosporcolecoes.com.br/wp-content/uploads/2011/05/AP11042912364610.jpg"></a></p>
<div id="attachment_2461" class="wp-caption alignright" style="width: 289px"><a href="http://www.loucosporcolecoes.com.br/wp-content/uploads/2011/05/AP11042912364611.jpg"><img class="size-medium wp-image-2461" title="Britain Royal Wedding" src="http://www.loucosporcolecoes.com.br/wp-content/uploads/2011/05/AP11042912364611-300x220.jpg" alt="O beijo que selou o matrimônio do casal, agora duque e duquesa de Cambridge (Foto: Associated Press)" width="279" height="199" /></a><p class="wp-caption-text">O beijo que selou o matrimônio do casal, agora duque e duquesa de Cambridge (Foto: Associated Press)</p></div>
<p>Um casamento real costuma mexer com o imaginário de qualquer plebeu. Não foi diferente com o enlace entre o príncipe William, o segundo na linha de sucessão ao trono britânico, e Kate Middleton, que se casaram na sexta-feira, 29 de abril, em Londres, com toda a pompa e circunstância que a ocasião exigiu. A troca de alianças e o juramento de fidelidade foram acompanhados pela TV e pela internet por 2,4 bilhões de pessoas em todo o mundo. Só nas ruas da capital inglesa 1 milhão de súditos e turistas saudaram o mais novo casal real. Entre eles, a inglesa Margaret Tyler, de 67 anos, que possui uma invejável coleção de 10 mil suvenires da família real. </p></div>
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<div id="attachment_2471" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><a href="http://www.loucosporcolecoes.com.br/wp-content/uploads/2011/05/AP5306020625.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-2471" title="BRITAIN QUEEN" src="http://www.loucosporcolecoes.com.br/wp-content/uploads/2011/05/AP5306020625-150x150.jpg" alt="Elizabeth II sendo coroada rainha em 2 de junho de 1953 (Foto: Associated Press)" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Elizabeth II sendo coroada rainha em 2 de junho de 1953 (Foto: Associated Press)</p></div>
<p> Tudo começou aos 9 anos. Na época, a rainha Elizabeth II estava sendo coroada <em>[em 2 de junho de 1953, um ano e quatro meses após a morte de seu pai, o rei George VI]</em>, e Margaret comprou um prato de vidro comemorativo com o rosto de Elizabeth II estampado. O tempo passou, ela foi morar em Londres, se casou e teve quatro filhos.<a href="http://www.loucosporcolecoes.com.br/wp-content/uploads/2011/05/AP1104291236466.jpg"></a></div>
<div class="mceTemp"> Só quando eles cresceram é que Margaret voltou a ter tempo para cultivar a coleção. O casamento do príncipe Charles com Diana Spencer, a Lady Di, em 1981, foi o estopim para que Margaret se tornasse uma inveterada colecionadora de lembranças da família real britânica – de canecas e porcelanas, passando por jornais e fotos, até chegar a vitrais e à réplica de um trono. Hoje, a casa da aposentada parece um museu, cujo acervo foi avaliado por uma seguradora em 40 mil libras (110 mil reais).</div>
<p>Conheça um pouco mais sobre a história de Margaret, que concedeu ao <em>Loucos</em> a seguinte entrevista exclusiva:</p>
<p><strong> </strong><strong>Como a senhora começou a colecionar coisas da família real?<br />
</strong>Sempre me interessei pela família real, desde menina. Em 1953, quando eu tinha 9 anos, a rainha Elizabeth II foi coroada e comprei um prato com o rosto dela estampado. Aos 19 anos, vim morar em Londres, e aí você fica mais perto da família real e os vê com mais frequência. Aí me casei, tive 4 filhos e não tive muito tempo para colecionar. Só voltei a me dedicar à coleção um pouco antes de Charles e Diana ficarem noivos. Surgiram muitas coisas colecionáveis após o noivado deles, e mais ainda depois do casamento. Desde então nunca mais parei. E tanta coisa aconteceu nesse tempo! Os casamentos do príncipe Andrew <em>[segundo filho da rainha Elizabeth II]</em> e Sarah Ferguson, em 1986, e o de Edward <em>[filho caçula da monarca]</em> e Sophie; o incêndio no Castelo de Windsor; divórcios; escândalos.</p>
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<div id="attachment_2421" class="wp-caption aligncenter" style="width: 660px"><a href="http://www.loucosporcolecoes.com.br/wp-content/uploads/2011/05/AP110221131656.jpg"><img class="size-large wp-image-2421" title="220211MUC114" src="http://www.loucosporcolecoes.com.br/wp-content/uploads/2011/05/AP110221131656-1024x675.jpg" alt="Margaret Tyler exibe parte de seu tesouro real (Foto: Associated Press)" width="650" height="382" /></a><p class="wp-caption-text">  Margaret Tyler exibe parte de seu tesouro real (Foto: Associated Press)</p></div>
</div>
</div>
<p><strong>Qual é o objeto mais importante da coleção, aquele que a senhora não venderia por preço algum?<br />
</strong>Na verdade, não venderia nenhum deles, afinal sou uma colecionadora <em>(risos)</em>! Mas o meu item favorito é o óleo sobre tela de Diana com os dois filhos, quando eles ainda eram pequenos, no quarto dela. Foi o meu filho quem o comprou para mim. Eu o adoro porque mostra o amor de Diana pelos filhos e vice-versa.</p>
<p> <br />
<strong>E por que colecionar objetos da família real?<br />
</strong>Acho que eles são uma família maravilhosa. A Rainha Vitória teve 9 filhos. Então eles se casam, têm filhos, descendentes&#8230; Nesse sentido, é uma família muito grande! Comprei cerca de 1.500 livros sobre a família real e li todos eles. Acho tudo muito interessante. E hoje<em> [sexta, 29 de abril]</em> tivemos o casamento de William e Kate, eles estavam magníficos, não estavam? Tudo correu bem, a noiva estava linda, William também, o tempo estava bom, tudo foi perfeito.  <em>[<a href="http://www.loucosporcolecoes.com.br/wp-content/uploads/2011/05/Trecho13.wav">ouça este trecho!</a>]</em></p>
<p><em> </em><em> </em><br />
<strong>Qual casamento a emocionou mais, o de Charles e Diana ou o de William e Kate?<br />
</strong>Cada um foi lindo à sua maneira. Há 30 anos, as coisas eram bem diferentes. No casamento de William e Kate, adorei a abadia, as árvores. Foi uma ideia muito criativa. Embora houvesse tantas pessoas lá, parecia uma cerimônia particular.</p>
<p> <br />
<strong>A senhora foi ao casamento de William e Kate?<br />
</strong>Sim. Fiquei surpresa com os beijos dos noivos. O clima estava ótimo, com as pessoas andando pelas ruas e parques, conversando. Foi como se todos nós nos conhecêssemos, porque existe um motivo que nos liga, que é o amor pela família real.</p>
<p> <br />
<strong>O que a senhora desejaria aos noivos, se pudesse falar com eles pessoalmente?<br />
</strong>Diria simplesmente “sejam felizes”, sempre contem um com o outro. Mas, para ser sincera, acho que ninguém precisa dizer isso. Acredito que esse será um longo e duradouro casamento, e que eles estarão lá um para o outro.</p>
<p> </p>
<p><em>Michelle Navarro</em></p>
<p><strong><em>*      *       *       *      *</em></strong></p>
<p><strong><em>Você costuma colecionar alguma coisa? Conte para nós a sua história! Envie para </em></strong><a href="mailto:colecionadores@abril.com.br"><strong><em>colecionadores@abril.com.br</em></strong></a><strong><em>. Você pode ganhar um kit da </em></strong><a href="http://www.abrilcolecoes.com.br/" target="_blank"><strong><em>Abril Coleções</em></strong></a><strong><em>!</em></strong></p>
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		<title>Uma coleção de tirar o chapéu. Ou melhor, o capacete</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Apr 2011 21:30:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Michelle Navarro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colecionador do Mês]]></category>
		<category><![CDATA[coleção]]></category>
		<category><![CDATA[colecionador]]></category>
		<category><![CDATA[Itens de guerra]]></category>
		<category><![CDATA[Revolução de 32]]></category>
		<category><![CDATA[Ricardo Della Rosa]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma coleção de tirar o capacete. Ricardo Della Rosa é dono de um acervo de itens de guerra de dar inveja. Neto de veteranos da Revolução Constitucionalista de 1932 por parte de pai e de mãe, a paixão pela história está no sangue.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">Uniformes, medalhas, capacetes, documentos e uma infinidade de objetos relacionados à Revolução Constitucionalista de 1932 compõem a incrível coleção do publicitário e músico paulistano<strong> Ricardo Della Rosa</strong>, de 38 anos.</p>
<div class="mceTemp">
<div id="attachment_1451" class="wp-caption alignleft" style="width: 329px"><img class="size-medium wp-image-1451" title="Fotos e postal da familia" src="http://www.loucosporcolecoes.com.br/wp-content/uploads/2011/04/RICARDO21-300x227.jpg" alt="Fotos e postal trocados entre a família de Ricardo durante a guerra" width="319" height="213" /><p class="wp-caption-text">Fotos e postal trocados entre a família de Ricardo durante a guerra</p></div>
</div>
<div class="mceTemp">Ser neto de veteranos da Revolução de 32 por parte de pai e de mãe explica parte da paixão do colecionador pelo tema. Mas não só. “Como gosto muito de História, a coleção é uma maneira de divulgar a Revolução de 32. É uma história muito bonita, não só pelos meus avôs, mas porque tem a ver com o passado de São Paulo”, afirma.</div>
<p>A <a href="http://www.sampa.art.br/historia/revolucao32/" target="_blank">Revolução Constitucionalista de 1932</a> foi uma revolta de militares e voluntários paulistas contra a ditadura de Getúlio Vargas. Após o então presidente abolir o Congresso Nacional e anular a Constituição, um exército de cerca de 20 mil homens rebeldes se uniu neste que foi o maior conflito armado do século 20 no Brasil. Após três meses de guerra e mais de 800 mortes oficiais, São Paulo se rendeu. Em 1934, foi publicada a terceira Constituição brasileira. </p>
<dl id="attachment_1591" class="wp-caption aligncenter" style="text-align: left; width: 625px;">
<dt class="wp-caption-dt"><img class="size-full wp-image-1591" title="RICK" src="http://www.loucosporcolecoes.com.br/wp-content/uploads/2011/04/RICK2.jpg" alt="Documento e carta do acervo de Ricardo" width="615" height="204" /></dt>
<dd class="wp-caption-dd" style="text-align: center;"><em><strong>Documento e carta do acervo de Ricardo</strong></em></dd>
</dl>
<div class="mceTemp mceIEcenter" style="TEXT-ALIGN: left">
<p>Quer saber mais? É só entrar no blog que Ricardo mantém sobre o assunto, o <a href="http://www.tudoporsaopaulo.com.br" target="_blank">Tudo Por São Paulo 1932</a>. Ali, é possível conhecer um pouco mais da história do movimento e a coleção, que hoje conta com cerca de 500 itens. “Cada peça tem sua história, o que me obriga a pesquisar sempre para manter o blog atualizado. Às vezes pego o carro e viajo só para checar informações sobre um determinado item” revela.  </div>
<div id="attachment_1491" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-1491" title="RICARDO7" src="http://www.loucosporcolecoes.com.br/wp-content/uploads/2011/04/RICARDO7-300x228.jpg" alt="Os capacetes são os xodós de Ricardo" width="300" height="228" /><p class="wp-caption-text">Os capacetes são os xodós de Ricardo</p></div>
<p> O ato de colecionar também fez com que Ricardo aprendesse a conservar as peças. Fardas, capacetes, fitas de medalha, papéis e fotos exigem cuidados específicos. “Um <a href="http://tudoporsaopaulo1932.blogspot.com/2011/01/capacete-encontrado-em-antiga.html" target="_blank">capacete</a>, por exemplo. Você tem de cuidar do aço para que ele não oxide e do couro para que não seque.”</p>
<p>E como uma coleção que se preze está sempre em construção, Ricardo costuma frequentar feiras de antiguidades em busca de novas peças. Foi em uma dessas feiras que ele conseguiu um dos itens mais valiosos de sua coleção: “É um quadro original de <a href="http://www.itaucultural.org.br/aplicexternas/enciclopedia_ic/index.cfm?fuseaction=artistas_biografia&amp;cd_idioma=28555&amp;cd_item=3&amp;cd_verbete=3552" target="_blank">José Wasth Rodrigues</a><em> [pintor que, entre outras coisas, criou o brasão da cidade de São Paulo em parceria com Guilherme de Almeida, em 1917, e o brasão do Estado de São Paulo, em 1932]</em>. A tela é uma alegoria única que mistura técnicas diferentes, como aquarela, nanquim e colagem, traz a bandeira e o brasão de São Paulo e ainda a foto de um soldado no centro”, descreve.</p>
<div id="attachment_1501" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-1501" title="RICARDO4" src="http://www.loucosporcolecoes.com.br/wp-content/uploads/2011/04/RICARDO4-300x228.jpg" alt="RICARDO4" width="300" height="228" /><p class="wp-caption-text">Quadro original de José Wasth Rodrigues homenageando combatente</p></div>
<p> Curioso como é, Ricardo não sossegou até descobrir a história do rapaz da foto. “Ele foi atingido por um tiro fatal em uma batalha em Capão Bonito <em>[cidade localizada a 237 km de São Paulo]</em>. Achei também o túmulo dele, que fica no Cemitério São Paulo <em>[na zona oeste de São Paulo] </em>e é outra obra de arte”, revela. Quando Ricardo viu o quadro na feira pensou até em vender o carro para poder comprá-lo. Não foi preciso, já que o vendedor desconhecia o que tinha em mãos e cobrou um precinho bem camarada.</p>
<div id="attachment_1511" class="wp-caption alignright" style="width: 264px"><img class="size-medium wp-image-1511" title="RICARDO6" src="http://www.loucosporcolecoes.com.br/wp-content/uploads/2011/04/RICARDO6-226x300.jpg" alt="RICARDO6" width="254" height="349" /><p class="wp-caption-text">Ricardo posa em meio a seu tesouro</p></div>
<p> Essa e outras peças podem ser vistas no blog, que recebe cerca de 150 unique visitors por dia, entre eles, professores que usam o conteúdo do blog na sala de aula. O colecionador diz que gostaria de expor as peças publicamente, com toda a infraestrutura para acomodar seus tesouros. “Tenho ciúme da minha coleção, daí o cuidado com cada peça”, diz ele, que adoraria montar a mostra em 2012, quando se comemoram os 80 anos da Revolução de 32.</p>
<p> </p>
<p><em>Michelle Navarro</em></p>
<p><strong><em>*      *      *      *      * </em></strong></p>
<p><strong><em>Você costuma colecionar alguma coisa? Conte para nós a sua história! Envie para </em></strong><a href="mailto:colecionadores@abril.com.br"><strong><em>colecionadores@abril.com.br</em></strong></a><strong><em>. Você pode ganhar um kit da </em></strong><a href="http://www.abrilcolecoes.com.br" target="_blank"><strong><em>Abril Coleções</em></strong></a><strong><em>!</em></strong></p>
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		<title>Brincar de ser criança</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Aug 2010 17:07:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lborn</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O primeiro vídeo do Loucos homenageia um colecionador que gosta de voltar no tempo. Conheça Alessandro Tanner:

Por Leticia Born
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			<content:encoded><![CDATA[<p>O primeiro vídeo do <em>Loucos</em> homenageia um colecionador que gosta de voltar no tempo. Conheça Alessandro Tanner:</p>
<p><object width="500" height="405"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/J-Cnb4pUZRk&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1?rel=0&amp;color1=0x5d1719&amp;color2=0xcd311b&amp;border=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/J-Cnb4pUZRk&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1?rel=0&amp;color1=0x5d1719&amp;color2=0xcd311b&amp;border=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="500" height="405"></embed></object></p>
<p>Por Leticia Born</p>
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		<title>Ele realmente veste a camisa verde-amarela</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Jul 2010 13:58:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lborn</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colecionador do Mês]]></category>
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		<description><![CDATA[O jornalista Joel Novaes, 40 anos, é mais do que um apaixonado por Copa do Mundo e pela seleção brasileira em particular. Colecionador de selos, revistas e livros sobre o maior campeonato de futebol do planeta, ele chegou a representar o Brasil em uma exposição dos 32 selos comemorativos dos países participantes da Copa de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O jornalista Joel Novaes, 40 anos, é mais do que um apaixonado por Copa do Mundo e pela seleção brasileira em particular. Colecionador de selos, revistas e livros sobre o maior campeonato de futebol do planeta, ele chegou a representar o Brasil em uma exposição dos 32 selos comemorativos dos países participantes da Copa de 1998, na França.</p>
<div id="attachment_583" class="wp-caption alignleft" style="width: 235px"><a href="http://www.loucosporcolecoes.com.br/wp-content/uploads/2010/07/Joel-Novaes.jpg"><img class="size-medium wp-image-583" title="Joel Novaes" src="http://www.loucosporcolecoes.com.br/wp-content/uploads/2010/07/Joel-Novaes-225x300.jpg" alt="Revistas fazem parte de sua coleção" width="225" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Revistas fazem parte de sua coleção</p></div>
<p><strong>Os cards da Copa</strong><br />
A mania de colecionar começou aos 12 anos, com os cards de jogadores que vinham junto com o chiclete Ping Pong. O ano era 1982, e os craques retratados atendiam pelo nome de Sócrates, Falcão e Zico, entre outros, que integravam a mágica seleção comandada por Telê Santana. “Trocava os cards pela seção de cartas da revista Placar”, conta. Ele lembra da expectativa  pela chegada do carteiro, que podia trazer um ou mais cards inéditos</p>
<p>Ampliando a mania de colecionar, Joel passou a juntar todos os selos comemorativos das Copas do Mundo, desde 1950. “Tenho os selos dos Mundiais ocorridos no Uruguai, México e Alemanha.”</p>
<p><strong>Os xodós da coleção</strong><br />
Com relação às revistas, Joel preserva um especial da revista Realidade, de 1969, intitulado Seleção Brasileira de todos os tempos, além de exemplares de Placar e Manchete. Mas a publicação preferida é um singelo livreto, distribuído pela Esso, em 1950. “Ao abastecer o carro, você ganhava a publicação  com a história da construção do Maracanã”. Mas foi só em 1997 que  ele conseguiu garimpar um exemplar dessa preciosidade: “Quando trabalhava como office boy no centro da capital paulista, um colega comentou que tinha esse livreto e me deu de presente. Fiquei feliz demais!”</p>
<div id="attachment_584" class="wp-caption alignleft" style="width: 235px"><a href="http://www.loucosporcolecoes.com.br/wp-content/uploads/2010/07/Livreto-ESSO.jpg"><img class="size-medium wp-image-584 " title="Livreto ESSO" src="http://www.loucosporcolecoes.com.br/wp-content/uploads/2010/07/Livreto-ESSO-225x300.jpg" alt="A menina dos olhos da coleção de Joel" width="225" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">A menina dos olhos da coleção de Joel</p></div>
<p>E é  assim que Joel consegue a maioria dos itens de sua coleção: por meio de trocas e doações. “Consegui um calendário da Copa de 1970 pelo Correio Filatélico, uma revista especializada em selos. A última página é dedicada aos colecionadores, como se fossem classificados”, explica ele, que já exibiu parte de sua coleção no Sesc de Itaquera e até em um Poupa Tempo do mesmo bairro, sob o pomposo nome de Gol no Gogó.</p>
<p><em>Por Leticia Born</em></p>
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		<title>Os tijolinhos que soltam a imaginação</title>
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		<pubDate>Mon, 24 May 2010 21:20:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lborn</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colecionador do Mês]]></category>
		<category><![CDATA[conjuntos]]></category>
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		<description><![CDATA[Quando, em 1947, o carpinteiro dinamarquês Ole Kirk Christiansen, decidiu expandir seu negócio de brinquedos de madeira jamais imaginou o sucesso que a marca Lego faria. E tudo graças à aquisição de uma máquina capaz de fabricar tijolinhos de plástico, os famosos bricks que, em conjunto, podem se transformar em quase qualquer coisa. Para homenagear [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando, em 1947, o carpinteiro dinamarquês Ole Kirk Christiansen, decidiu expandir seu negócio de brinquedos de madeira jamais imaginou o sucesso que a marca<a href="http://www.lego.com/en-US/default.aspx " target="_blank"> Lego </a>faria. E tudo graças à aquisição de uma máquina capaz de fabricar tijolinhos de plástico, os famosos bricks que, em conjunto, podem se transformar em quase qualquer coisa. Para homenagear a marca que em 2012 completa 80 anos, a equipe do Loucos encontrou um brasileiro apaixonado por ela: o engenheiro Daniel França, 25 anos, que coleciona Lego desde os 6 e que reúne mais de 30 mil peças em sua casa, em Piracicaba, interior de São Paulo.</p>
<div id="attachment_566" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://www.loucosporcolecoes.com.br/wp-content/uploads/2010/05/DSC02459.JPG"><img class="size-medium wp-image-566" title="Lego" src="http://www.loucosporcolecoes.com.br/wp-content/uploads/2010/05/DSC02459-300x225.jpg" alt="Daniel até fez uma graça com o seu Lego" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Daniel até fez uma graça com o seu Lego</p></div>
<p><strong>O primeiro Lego</strong><br />
O presente de aniversário de 6 anos foi inesquecível para Daniel. Ganhou da tia um carrinho de bombeiro feito de Lego que foi o ponto de partida da coleção. “Adorava olhar os catálogos da marca e ficava vidrado na vitrine das lojas”, conta. Aos 11 anos, ele comprou sozinho seu primeiro Lego, depois de juntar cinco meses de troco de supermercado que a mãe lhe dava. “Comprei um posto de gasolina maravilhoso”, relembra.</p>
<p>A paixão pelo brinquedo também aparecia nas tarefas escolares. Em vez de isopor, cola e papel crepom, Daniel abusava do Lego em suas maquetes. “Também usava as peças quando tinha que desenhar gráficos. Em vez de usar lápis e papel, utilizava os tijolinhos para fazer as barras de porcentagem.”</p>
<p><strong>Nada de troca</strong><br />
Apesar do tamanho de seu acervo, Daniel não considera suas 30 mil peças uma quantidade impressionante. “Esse número é pouco se comparado a alguns colecionadores estrangeiros, que compram milhões de peças para montar réplicas de monumentos e outras estruturas grandes.” Para abastecer sua coleção, ele compra peças em lojas de brinquedos e leilões virtuais. A troca, porém, não é usual entre os colecionadores de Lego. “As pessoas criam um laço afetivo com os conjuntos de Lego e não querem se desfazer deles”, explica.</p>
<div id="attachment_567" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.loucosporcolecoes.com.br/wp-content/uploads/2010/05/DSC02458.JPG"><img class="size-medium wp-image-567" title="Legos" src="http://www.loucosporcolecoes.com.br/wp-content/uploads/2010/05/DSC02458-300x225.jpg" alt="Daniel posa com seus tijolinhos" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Daniel posa com seus tijolinhos</p></div>
<p>O maior desafio para Daniel hoje é adquirir mais conjuntos da linha <a href="http://technic.lego.com/en-us/Default.aspx  " target="_blank">Technic</a>, que permite a montagem de robôs com sensores de luz e movimento. “Estou atrás também das réplicas de Lego motorizadas, como miniaturas de carros, guindastes e elevadores”, conclui.</p>
<p><strong>Você conhece algum colecionador(a)? Conte para nós! Ele(a) pode figurar aqui no Loucos por Coleções! É só enviar para colecionadores@abril.com.br</strong></p>
<p><em>Por Leticia Born</em></p>
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		<title>Filho de peixe, peixinho é</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Feb 2010 18:56:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lborn</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colecionador do Mês]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_445" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-445" title="Fran2" src="http://www.loucosporcolecoes.com.br/wp-content/uploads/2010/02/Fran21-300x200.jpg" alt="Garrafas se transformam em artifício decorativo" width="300" height="200" /><p class="wp-caption-text">Garrafas se transformam em artifício decorativo</p></div>
<p>Quem gosta de colecionar acaba passando adiante o hábito, não importa muito o objeto colecionado. No caso do fotógrafo Fran Parente, 26 anos, isso é bem verdade. Ele herdou o hábito de colecionar do pai, Kiko, o maior colecionador de miniaturas de Karmann Guia do Brasil. No caso de Fran, a paixão é por garrafas de Coca-Cola. São mais de 130 que ele conserva em sua casa, na capital paulista.</p>
<p>Aos 15 anos, Fran ganhou um presente do pai: uma garrafa comemorativa da Coca-Cola, de 1976, adquirida em uma feira no bairro do Bexiga, em São Paulo. “Ela tem um desenho diferente das atuais”, conta, acrescentando que sempre foi apaixonado pelas propagandas e pelo design das garrafas. Aliando o interesse pessoal ao presente do pai, o fotógrafo passou a buscar novas garrafas para a recém-nascida coleção.</p>
<div id="attachment_444" class="wp-caption alignleft" style="width: 210px"><img class="size-medium wp-image-444" title="Fran1" src="http://www.loucosporcolecoes.com.br/wp-content/uploads/2010/02/Fran11-200x300.jpg" alt="Fran em momento raro: frente à câmera" width="200" height="300" /><p class="wp-caption-text">Fran em momento raro: frente à câmera</p></div>
<p>Como o objeto preferido de Fran não é tão fácil de encontrar, ele mergulha em sites de leilão e feiras de antiguidades. Outra maneira de garimpar peças é frequentar restaurantes que vendem o refrigerante em garrafa. “Em alguns lugares, peço a Coca, mas deixo a garrafa intacta, sobre a mesa, o que pode parecer estranho para os garçons, já que não bebo o refrigerante”, diz o fotógrafo especializado em arquitetura e decoração.</p>
<p>A coleção, além de ser uma paixão pessoal, contribui para sua vida profissional. “Sempre levo as garrafas para a produção de casas e apartamentos, auxiliando na decoração”, conta ele, que faz questão de deixá-las expostas em seu escritório, em prateleiras que dão a volta no cômodo inteiro. Apesar de todo esse interesse por Coca-Cola, surpreende saber que o fotógrafo não é fã do refrigerante. “Só gosto de Coca- Cola light e olhe lá”, conclui.</p>
<p><em>Por Leticia Born (leticia.born@abril.com.br)</em></p>
<p><em>Fotos: Fran Parente</em></p>
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		<title>Coleção de convites remete à badalação dos anos 80</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Feb 2010 17:39:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lborn</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colecionador do Mês]]></category>
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		<description><![CDATA[Ovadia Saadia mostra ao Loucos sua enoooorme coleção de convites: uma verdadeira viagem na vida noturna da capital paulista!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_408" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-408" title="ovadia" src="http://www.loucosporcolecoes.com.br/wp-content/uploads/2010/02/ovadia-300x225.jpg" alt="Os convites remetem às emoções vividas por Ovadia" width="300" height="225" /><p class="wp-caption-text">Os convites remetem às emoções vividas por Ovadia </p></div>
<p>Glamour, paetês e luxo eram indispensáveis na vida noturna dos anos 80, na capital paulista. E foi esse ambiente de muito brilho e badalação, recheado de celebridades e de figuras do high society, que encantou o colunista social, relações-públicas e assessor de imprensa <a href="http://www.ovadiasaadia.com.br " target="_blank">Ovadia Saadia</a>, 49 anos. “Tinha 20 anos quando decidi que era nesse mundo que queria ficar”, afirma. Como recordação desse período áureo, Ovadia guarda mais de 5 mil convites de eventos.</p>
<p>De origem egípcia, Ovadia chegou a São Paulo com a família, a bordo de um navio, nos anos 60. Aos 18 anos, ajudava o pai na papelaria da família. Era mau aluno e não sabia o que fazer da vida. “Ficava trancado no meu mundo, não me interessava por nada, o típico perfil de um looser”, descreve.</p>
<p>Mas sua vida iria mudar quando já assinava a coluna social do jornal Resenha Judaica, em 1981, e bateu na porta da nova boate da cidade, o Regine’s, ainda em construção, e pediu emprego à própria <a href="http://www.regine-lesite.com/ " target="_blank">Madame Regine</a>, dona da franquia homônima de boates. “Bendito dia em que peguei dois ônibus e bati na porta do Regine’s. Se não, ainda estaria trabalhando atrás de um balcão na papelaria”. Depois do Regine’s, foi assessor e relações-públicas de boates e hotéis luxuosos, tanto em São Paulo, como em Paris. E, claro, não perdia uma festa do grand monde.</p>
<p>Hoje, sua vida é bem mais tranquila. Ao remexer nas caixas de convites, Ovadia relembra, saudoso, de todos os momentos que viveu: “Conheci artistas, como <a href="http://www.alaindelon.com/e/ " target="_blank">Alain Delon </a>e <a href="http://www.dalida.com " target="_blank">Dalida</a>, e cheguei a ficar riquíssimo”. Apesar das boas lembranças, ele reconhece que houve um momento em que mergulhou fundo nas festas: “Nesse mundo, tudo é excessivo: intrigas demais, pessoas demais!” Hoje, diz, o clima das festas não é o mesmo de sua época: “A gente dançava muito, dava risada, conversava a noite inteira. Hoje os jovens bebem mais, tudo mudou”, opina.</p>
<div id="attachment_409" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-409" title="convites" src="http://www.loucosporcolecoes.com.br/wp-content/uploads/2010/02/convites-300x225.jpg" alt="Um pequeno amontoado dos mais de 5 mil convites da coleção" width="300" height="225" /><p class="wp-caption-text">Um pequeno amontoado dos mais de 5 mil convites da coleção</p></div>
<p>Convites de inagurações de restaurantes que faliram, de casamentos que não deram certo, de boates que não vingaram. As histórias, impressas em papel timbrado, contam, além do desenrolar da vida noturna da cidade, a revolução que tomou conta da indústria gráfica. “Era especial receber um convite, com todos os detalhes e caprichos. Hoje é tudo por e-mail”, lamenta.</p>
<p><em>Reportagem por Leticia Born<em> (leticia.born@abril.com.br)</em></em></p>
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		<title>Ele adora maços&#8230;mas não fuma!</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Jan 2010 15:56:02 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Colecionador do Mês]]></category>
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		<description><![CDATA[O que leva um não fumante a colecionar maços vazios de cigarro? O analista de qualidade Alessandro Lourenção, 31 anos, natural de Piracicaba, no interior de São Paulo, conta que tudo começou como brincadeira de criança. “Todos os garotos da minha idade faziam isso”, relembra ele, que em 25 anos juntou a incrível marca de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_353" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-353" title="Alessandro2" src="http://www.loucosporcolecoes.com.br/wp-content/uploads/2010/01/Alessandro2-300x225.jpg" alt="Alessandro mostra sua paixão pelos maços" width="300" height="225" /><p class="wp-caption-text">Alessandro mostra sua paixão pelos maços</p></div>
<p>O que leva um não fumante a colecionar maços vazios de cigarro? O analista de qualidade Alessandro Lourenção, 31 anos, natural de Piracicaba, no interior de São Paulo, conta que tudo começou como brincadeira de criança. “Todos os garotos da minha idade faziam isso”, relembra ele, que em 25 anos juntou a incrível marca de 25 mil embalagens das mais variadas marcas.</p>
<p>Para chegar a esse número, Alessandro fez contatos com centenas de colecionadores, inclusive no exterior, e participa até hoje de encontros onde se compram, trocam e vendem embalagens. “Nesses eventos tenho a possibilidade de achar aquela embalagem tão desejada ou, então, a única que falta para completar uma série especial”, explica Alessandro.</p>
<p>A busca por peças inéditas, no entanto, não depende só das negociações com outros colecionadores. Muitas vezes é preciso ter sorte e estar atento às oportunidades. “Um dia, fui até uma loja de conveniência e, na hora de pagar, reparei que na gaveta do caixa havia algumas embalagens de cigarros. Descobri que o vendedor era colecionador, e iniciamos uma longa conversa sobre o assunto. No final, fui embora sem a compra que tinha feito na loja!”</p>
<p>De acordo com Alessandro, grande parte dos colecionadores prefere as embalagens mais antigas. “Existia uma preocupação com o design dos maços, que eram verdadeiros trabalhos artísticos”, define. Algumas das peças preferidas de seu acervo são históricas, como uma na qual cigarros eram enviados para os soldados russos durante a Segunda Guerra Mundial. Ou ainda a da Cigarros D. Pedro II, feita por uma fábrica de Pernambuco, em homenagem ao imperador Pedro II, quando de sua visita à cidade de Recife, no século XIX.</p>
<p>Fora as embalagens históricas, Alessandro revela preferência também pelas que trazem um toque de humor, como uma em forma de geladeira, feita de lata, que, ao ser aberta, acende uma lâmpada, dando a sensação de se tratar mesmo de um refrigerador. Em miniatura, claro.</p>
<p>Com um acervo tão vasto sobre um objeto aparentemente banal, muitos poderiam tratar a paixão de Alessandro como coisa de louco. Sim! Louco por Coleções, não à toa o nome do nosso blog. “Nós, colecionadores, até contamos com uma associação, a <a href="http://www.aceca.com.br/ " target="_blank">ACECA</a> (Associação dos Colecionadores de Embalagens de Cigarros e Afins), que contribui para a divulgação e catalogação das embalagens, além de promover encontros em várias cidades do país”, diz Alessandro, orgulhoso de sua coleção.</p>
<p><em>Por Leticia Born (leticia.born@abril.com.br)</em></p>
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